De brigas à conexão: Dicas de uma Advogada, Sexóloga e Analista Comportamental que já ajudou milhares de casais a resgatar a harmonia, a intimidade e a paixão no casamento.
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Olá queridos leitores!

Nosso tema vai parecer robótico, mas no final, vai fazer total sentido.

Afinal, agendar o sexo entre o casal, faz sentido?

 

Vamos falar a verdade? A palavra “agendar” tem o sex appeal de uma planilha de Excel. Ela soa como reunião de condomínio, consulta no dentista ou revisão do carro. Aí, quando alguém sugere “marcar hora” para namorar, a reação imediata costuma ser um suspiro de desânimo: “Nossa, chegamos a esse ponto?”.

Mas calma lá. Antes de decretar o fim da espontaneidade, vamos olhar para o que a gente anda fazendo com o nosso tempo…

A armadilha do “Deixa Acontecer Naturalmente”

A gente cresceu assistindo a comédias românticas onde o casal se olha e, magicamente, o mundo para. Na vida real, o mundo não para. O mundo te atropela com prazos, cansaço, louça na pia e aquela série que você “precisa” terminar e intermináveis mensagens e-mail no celular para responder.

Se você deixa o romance para o que “sobrar” do dia, adivinha? Não sobra nada. O “deixa acontecer” virou o código para “ficar cada um no seu celular até um dos dois dormir de boca aberta”. Isso não é natural, é negligência com o que você tem de mais precioso.

Agendar é um “Eu te quero” em negrito

Muda o chip! Marcar uma noite para o casal não é falta de emoção; é intenção pura. Quando você bloqueia a quinta-feira à noite, você está dizendo:

  • “Nada é mais importante que você hoje.”
  • “Eu te quero tanto que não vou deixar o caos do mundo roubar nosso tempo.”
  • “Preparei meu psicológico (e meu visual) para estar inteiro(a) aqui.”

Existe algo profundamente romântico em saber que alguém reservou um espaço na vida, e não só no relógio, para te dar atenção exclusiva.

Além disso, verdade seja dita, já fazemos isso o tempo todo, e sem perceber… quem nunca pensou: “hoje tem” mas mudou de ideia porque estava cansado(a), ou pensou “hoje vou chegar tarde, não quero nem pensar nisso, mas amanhã é a noite ideal”.

Exatamente isso, você programa “aquilo” o tempo todo, mas vai passar agendar com consciência e com o conhecimento da parceria também, faz total sentido né?

O veneno do “Automático”

O que mata a graça não é o compromisso marcado, mas sim o desleixo emocional. Se você agenda a noite, mas leva o corpo e deixa a alma no escritório, aí sim perdeu o sentido.

Pra essa chama não virar cinza, se liga nessas dicas:

  • Crie o clima antes do “play”: Mande um direct no meio do dia, uma música, um “mal posso esperar”. O encontro começa no flerte matinal, não na hora de sentar à mesa.
  • Proibido o “Modo Problema”: Se for para agendar a noite para discutir o preço da escola ou o barulho do vizinho, é melhor ficar no trabalho. Esse tempo é sagrado, é território de conexão, risada e desejo.
  • Surpreenda dentro do roteiro: O dia está marcado? Sim. Mas o que vai acontecer lá pode ser uma surpresa total. Variar o estímulo, com certeza vai manter o coração acelerado.

 

Dito tudo isso, só posso declarar que a espontaneidade é linda, mas a prioridade é o que sustenta o amor a longo prazo. No fim das contas, quem ama, curte. E quem curte, quer tempo de qualidade. Se para ter o melhor de quem você ama você precisa de um lembrete no celular, que assim seja!

Afinal, a única coisa que realmente “perde a graça” é a solidão a dois por falta de iniciativa. Bora marcar esse date?

 

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