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Uma funcionária de 22 anos é investigada pela suspeita de desviar cerca de R$ 500 mil do caixa de um supermercado em Aparecida de Goiânia, em Goiás. Segundo a Polícia Civil, o valor total do prejuízo ainda está sendo apurado e pode chegar a R$ 1 milhão...
Foto: Reprodução Metrópoles
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Uma funcionária de 22 anos é investigada pela suspeita de desviar cerca de R$ 500 mil do caixa de um supermercado em Aparecida de Goiânia, em Goiás. Segundo a Polícia Civil, o valor total do prejuízo ainda está sendo apurado e pode chegar a R$ 1 milhão.

A mulher trabalhava no estabelecimento havia mais de três anos e recebia aproximadamente R$ 3 mil por mês. De acordo com as investigações, o padrão de gastos dela chamou a atenção por ser considerado incompatível com a renda.

Imagens de câmeras de segurança analisadas pela polícia mostram a funcionária retirando cédulas durante o fechamento do caixa e não colocando o dinheiro no local destinado aos valores. No dia em que foi presa, segundo a investigação, ela teria sido flagrada retendo cerca de R$ 1.428.

Outro ponto que chamou a atenção dos investigadores foi a movimentação financeira. Segundo o delegado responsável pelo caso, a suspeita chegou a apresentar um saldo de aproximadamente R$ 60 mil em sua conta bancária. Funcionários de uma lotérica também relataram à polícia que ela realizava depósitos frequentes de dinheiro em espécie, de valores entre R$ 1 mil e R$ 2 mil.

A investigação aponta ainda que parte dos recursos teria sido utilizada para gastos pessoais. Entre eles está a compra de um carro zero-quilômetro para o namorado, que utilizaria o veículo para trabalhar.

A suspeita foi presa na segunda-feira (10), mas acabou liberada após audiência de custódia. O caso é investigado como furto qualificado mediante fraude, e a Polícia Civil solicitou medidas para analisar as movimentações bancárias e identificar a origem e o destino dos valores.

A suspeita foi presa na segunda-feira (10), mas acabou liberada após audiência de custódia. O caso é investigado como furto qualificado mediante fraude, e a Polícia Civil solicitou medidas para analisar as movimentações bancárias e identificar a origem e o destino dos valores.
Foto: Reprodução / PCGO

A defesa da investigada afirma que as acusações não correspondem aos fatos e que serão contestadas pelos meios legais. O nome da mulher e o do supermercado não foram divulgados.

As investigações continuam para determinar o valor efetivamente desviado e esclarecer a participação de outras pessoas, caso seja identificada.

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