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Fã assumido de cultura pop. Entre filmes, séries, música e internet, está sempre de olho no que viraliza — e no que realmente vale seu tempo.
Créditos: Divulgação Nike
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Estamos vivendo um momento que, daqui a alguns anos, será lembrado como uma grande virada na forma de acompanhar o futebol. Durante décadas, Copa do Mundo era sinônimo de reunir a família diante da televisão, esperar a vinheta da transmissão e compartilhar a emoção por meio de uma única tela.

Hoje, a experiência é outra. A Copa acontece em múltiplas plataformas. Ela cabe no celular, no tablet, no computador, na Smart TV e acompanha o torcedor onde ele estiver. Não existe mais apenas um jeito de assistir ao Brasil. Existem vários. Cada transmissão tem sua linguagem, sua identidade e sua forma de contar a mesma história.

É curioso perceber como a tecnologia não diminuiu a paixão pelo futebol; apenas mudou o caminho por onde ela chega até nós. O grito de gol continua o mesmo. A ansiedade antes do apito inicial também. O coração ainda acelera a cada ataque da Seleção. O que mudou foi a tela.

Estamos assistindo ao nascimento de uma nova tradição. A geração que cresceu esperando o jogo começar na TV agora divide espaço com outra, que escolhe a transmissão pelo celular, comenta em tempo real nas redes sociais e alterna entre diferentes plataformas durante os 90 minutos.

Talvez seja esse o retrato do nosso tempo: a Copa do Mundo continua unindo milhões de pessoas, mas agora cada uma encontra seu próprio jeito de viver essa emoção. O futebol permanece o mesmo. Nós é que mudamos a forma de nos conectar com ele.

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