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pesquisa Quaest
Reprodução Wikimedia
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Política – Uma nova pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (13) aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança da corrida presidencial de 2026. No cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece com 39% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro soma 33%.

O levantamento mostra um cenário polarizado entre os dois nomes mais competitivos da disputa até o momento, mantendo a divisão política observada nas últimas eleições presidenciais.

Caiado e Zema aparecem empatados

Na sequência da pesquisa Genial/Quaest, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado e o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema aparecem empatados com 4% das intenções de voto.

O coordenador do MBL, Renan Santos, registrou 2%. Já o psiquiatra e escritor Augusto Cury, o ex-deputado Cabo Daciolo e Samara Martins marcaram 1% cada.

O ex-ministro Aldo Rebelo e o professor Hertz Dias não pontuaram no levantamento.

Indecisos e votos em branco ainda representam parcela relevante

Segundo a pesquisa, 10% dos entrevistados afirmaram que pretendem votar em branco, nulo ou não comparecer às urnas. Outros 5% disseram estar indecisos.

Os números indicam que parte do eleitorado ainda pode mudar de posição até o período oficial de campanha, cenário considerado comum em pesquisas realizadas antes da definição completa das candidaturas.

Pesquisa ouviu mais de 2 mil eleitores

A Genial/Quaest entrevistou presencialmente 2.004 eleitores entre os dias 8 e 11 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pelo Banco Genial e registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03598/2026.

Polarização segue marcando cenário político de 2026

Os números reforçam a permanência da polarização política no Brasil, com Lula e Flávio Bolsonaro concentrando a maior parte das intenções de voto no primeiro turno.

Ao mesmo tempo, candidaturas alternativas ainda tentam ampliar espaço no debate nacional, especialmente entre eleitores que demonstram rejeição aos principais grupos políticos do país.

Com mais de um ano até a eleição presidencial, especialistas avaliam que alianças partidárias, desempenho econômico e participação nas redes sociais devem influenciar diretamente os próximos levantamentos.

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