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Pauta é sobre sua presença em uma reunião com o presidente Lula e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
O pedido se originou devido ao encontro que ocorreu no Palácio do Planalto e gerou questionamentos sobre possíveis interferências políticas ou econômicas indevidas nas atividades do Banco Central, um dos focos da comissão.
O convite para Galípolo não visa discutir as questões técnicas do Banco Central, mas garantir transparência institucional e esclarecer dúvidas sobre a supervisão e controle do sistema financeiro. O tema central também está relacionado ao Banco Master, cujas investigações estão sendo acompanhadas pela CPI.
A comissão tem avançado nas apurações, e a oitiva de Galípolo é uma das principais nesta fase. Além disso, o ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto também foi convocado, mas o ministro André Mendonça, do STF, dispensou a obrigatoriedade de seu depoimento. A comissão, que tem prazo até 14 de abril, enfrenta desafios quanto à prorrogação do seu trabalho, algo descartado pelo presidente do Congresso, Davi Alcolumbre.
Outro compromisso importante de Galípolo nesta quarta-feira é uma reunião com senadores para tratar da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa a autonomia financeira do Banco Central. O encontro, que inclui os senadores Plinio Valério (PSDB-AM) e Otto Alencar (PSD-BA), visa alinhar pontos da proposta para desbloquear sua votação na Comissão de Constituição e Justiça.
