O presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve neste sábado (28) nas cidades de Juiz de Fora e Ubá, na Zona da Mata mineira, após as fortes chuvas que provocaram mortes, destruição e milhares de desabrigados na região. Durante a visita, Lula prometeu ação rápida do governo federal, liberação de recursos emergenciais e apoio integral às famílias atingidas.
A agenda incluiu sobrevoo nas áreas mais afetadas, visitas a abrigos improvisados em escolas e reuniões com prefeitos e autoridades estaduais. Em declarações à imprensa, o presidente afirmou que determinou mobilização imediata dos ministérios para acelerar repasses, assistência humanitária e reconstrução de moradias.
O que Lula prometeu
Entre os compromissos anunciados estão:
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Liberação de recursos emergenciais para socorro imediato às vítimas;
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Apoio financeiro às prefeituras para custeio de abrigos e assistência social;
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Inclusão das famílias que perderam suas casas em programas habitacionais federais;
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Atuação conjunta da Defesa Civil Nacional, Ministério da Saúde e Desenvolvimento Social para reforçar atendimento médico, psicológico e distribuição de benefícios.
Segundo o presidente, o governo trabalhará “com velocidade e presença permanente” até que a situação esteja estabilizada. Ele destacou que a prioridade é garantir moradia, alimentação e dignidade às famílias afetadas.
Situação atual da tragédia
De acordo com os balanços mais recentes divulgados pelas autoridades e amplamente repercutidos pela imprensa nacional, a tragédia já deixou cerca de 70 mortos na região da Zona da Mata. Há ainda desaparecidos e milhares de desalojados e desabrigados.
Juiz de Fora decretou calamidade pública após registrar volumes de chuva muito acima da média histórica. Bairros inteiros foram atingidos por enchentes e deslizamentos, com imóveis destruídos e vias interditadas. Em Ubá, o cenário também é de prejuízos severos, com ruas alagadas, perdas no comércio local e moradores dependentes de auxílio emergencial.
Escolas e ginásios seguem funcionando como abrigos temporários. Equipes do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil continuam monitorando áreas com risco de novos deslizamentos, já que o solo permanece encharcado.
