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Ação integra apuração contra grupo empresarial suspeito de fraudes tributárias que teriam causado prejuízo de R$ 26 bilhões aos cofres públicos

Uma operação de grande porte realizada nesta quinta-feira (27) cumpriu um mandado de busca e apreensão no Conjunto Margarida Rosa Azevedo, no Triângulo Mineiro, como parte da investigação que mira um esquema de fraudes envolvendo o setor de combustíveis. A ação é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pela Receita Federal, que recolheram documentos e materiais encaminhados posteriormente para análise em São Paulo, onde o caso está centralizado.

De acordo com os órgãos envolvidos, a ofensiva atinge suspeitos ligados ao Grupo Refit, conglomerado empresarial apontado como um dos maiores devedores de impostos do país. A investigação apura possíveis crimes contra a ordem econômica e tributária, além de lavagem de dinheiro. Ao todo, 190 mandados foram cumpridos simultaneamente em seis unidades da federação, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Maranhão e Distrito Federal.

O esquema sob análise teria provocado um rombo estimado em R$ 26 bilhões aos cofres estaduais e federais, segundo os investigadores. As apurações apontam o uso de fintechs, meios de pagamento, offshores e fundos de investimento para movimentar valores de forma ilícita. A Justiça já determinou o bloqueio de r$ 8,9 bilhões em ativos ligados aos investigados, além de r$ 1,2 bilhão retido por decisão da Justiça Federal.

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