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Perto de ser cassado, o parlamentar decidiu viver na pele a experiência de um legítimo cidadão em uma ditadura socialista.

Reprodução: Internet

O Conselho de Ética aprovou, nesta última quarta-feira (9), o parecer pela cassação de um deputado do PSOL, acusado de expulsar um militante de oposição na base da bicuda das dependências da Câmara — tudo de maneira muito pacífica e democrática, claro.

Ao saber da decisão — que ainda será votada em plenário —, o parlamentar resolveu protestar de forma inusitada: anunciou que vai parar de comer até o julgamento final. Parlamentares de direita, por sua vez, articulam para adiar a votação até 2030, “para apreciar melhor” os argumentos.

Fontes internas revelam que o deputado tem recebido apoio caloroso dos colegas. “Ele é um verdadeiro guerreiro, já está há trinta minutos sem comer nada. Eu jamais conseguiria!”, declarou uma deputada do PSOL, visivelmente emocionada.

Um deputado de direita alega ter desvendado o plano por trás da greve de fome. “Ele vai tomar Ozempic”, denunciou.

Pela primeira vez, um parlamentar de esquerda decide, literalmente, adotar um ‘regime comunista’.

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