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Flávio Bolsonaro culpa Lula
Reprodução internet
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Política – O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) atribuiu ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a responsabilidade pelas dificuldades enfrentadas pelo Brasil nas negociações comerciais internacionais. Durante uma transmissão ao vivo realizada no sábado (11), o parlamentar afirmou que pretende procurar representantes do governo da China para discutir as tarifas aplicadas às exportações brasileiras de carne bovina.

Segundo Flávio, a iniciativa busca evitar novos impactos ao setor exportador diante das cobranças impostas pelo mercado chinês.

Senador critica tarifas sobre carne brasileira

Durante a transmissão, Flávio Bolsonaro afirmou que a carne bovina brasileira já está sujeita a uma tarifa de 12% para entrar na China. Segundo ele, as exportações que ultrapassarem a cota anual estabelecida pelo governo chinês passarão a ser tributadas em mais 55%.

De acordo com o senador, o objetivo é dialogar com a embaixada chinesa no Brasil para tentar reverter a medida e reduzir os impactos para os exportadores brasileiros.

Críticas ao governo Lula

O parlamentar também responsabilizou o governo federal pelas dificuldades nas negociações comerciais com outros mercados internacionais.

Flávio criticou ainda a situação envolvendo a União Europeia, após o bloco adotar novas exigências sanitárias para a importação de animais e produtos de origem animal destinados ao consumo humano. Segundo o senador, o Brasil não atendeu aos protocolos exigidos pelos europeus, o que pode afetar a exportação de algumas proteínas.

Relação com os Estados Unidos

Durante a transmissão, Flávio Bolsonaro também comentou as tarifas anunciadas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

Segundo o senador, ele buscou dialogar com autoridades norte-americanas para tentar evitar as medidas, que, em sua avaliação, têm motivação política. O parlamentar voltou a afirmar que a responsabilidade pelas dificuldades comerciais recai sobre o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Até o momento, o governo federal não havia se manifestado sobre as declarações do senador.

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