|
Getting your Trinity Audio player ready...
|
A curadoria do VII Festival Ocupacena definiu as bandas e artistas independentes que integrarão sua programação musical. Realizado entre os dias 3 e 16 de agosto, no Teatro do Kaos, em Cubatão (SP), o festival reunirá 20 cenas teatrais de grupos de diferentes regiões do país e contará ainda com uma feira criativa voltada a empreendedores da Baixada Santista, ampliando o diálogo entre as diferentes linguagens artísticas.
Selecionadas por edital, as sete atrações musicais representam a diversidade da produção autoral da região e passeiam por estilos como MPB, rock alternativo, rap, sambalanço e música experimental. São elas:
Matheus D’art e um Mar de Encruzilhadas – O cantor, compositor e instrumentista cubatense apresenta um trabalho autoral que transita entre a canção brasileira e a música instrumental, reunindo também sua experiência como diretor musical e compositor de trilhas para espetáculos teatrais.
Vertuno – Artista de São Vicente, leva ao palco um repertório de emo e rock alternativo, com composições que abordam vivências pessoais e temas ligados à saúde mental, refletindo sua atuação na cena cultural independente.
Sam Balanço – Projeto solo de Sam Faiad que resgata o sambalanço inspirado em nomes como Jorge Ben Jor, Bebeto e Ed Lincoln. Ao lado do percussionista Gabriel Negreiros, apresenta um show que une ancestralidade, groove e sonoridade contemporânea.
Underpants – Banda feminina de rock autoral da Baixada Santista, retorna aos palcos após 16 anos reafirmando o protagonismo feminino no gênero, com músicas inspiradas pelas experiências da vida adulta, do trabalho e da maternidade.
Drio – No pocket show Amefricanas, a multiartista apresenta, em voz e violão, composições inspiradas nas narrativas de mulheres afro-americanas e indígenas, em um espetáculo que dialoga com o conceito formulado pela intelectual Lélia Gonzalez.
Moç – Coletivo artístico da Baixada Santista que tem o rap como ponto de partida para uma experiência cênica e musical marcada por intensidade, poesia e experimentação. O grupo apresenta um recorte de sua trajetória em um espetáculo que percorre as facetas do caos, da harmonia, da reflexão e da loucura.
O Último Banco do Bar – Com influências do rock alternativo brasileiro e da música independente contemporânea, a banda transforma histórias do cotidiano, encontros e relações humanas em canções marcadas por melodias fortes e letras intimistas.
