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Brasil – Uma granada encontrada em creche da Zona Norte do Rio de Janeiro mobilizou equipes especializadas da Polícia Civil na madrugada deste domingo (6). O artefato foi localizado no telhado da Creche Municipal Barbosa Lima Sobrinho, na Comunidade do Dique, em Jardim América, e precisou ser removido pelo Esquadrão Antibombas da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core).
A ocorrência chamou a atenção pelo risco potencial à comunidade escolar. Após a atuação dos especialistas, o explosivo foi neutralizado sem deixar feridos, e as aulas foram mantidas normalmente.
Artefato foi localizado no telhado da unidade
Segundo as autoridades, a granada encontrada em creche estava sobre a cobertura da unidade de ensino infantil. Assim que o material foi identificado, equipes policiais isolaram a área para garantir a segurança de funcionários, alunos e moradores da região.
O Esquadrão Antibombas foi acionado para avaliar o risco e realizar a remoção do artefato seguindo os protocolos de segurança.
Após a análise técnica, os especialistas constataram que o objeto era um artefato explosivo de fabricação caseira, com características semelhantes às de uma granada de mão.
O explosivo foi retirado do local sem incidentes e encaminhado para perícia.
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Polícia investiga origem do explosivo
De acordo com a Polícia Militar, a corporação foi acionada após denúncias informarem sobre a presença do artefato no telhado da creche.
Agora, a Polícia Civil investiga como o explosivo foi parar na unidade de ensino e tenta identificar os responsáveis pela colocação do material. A perícia também deverá apontar as características do artefato e sua capacidade de explosão.
Até o momento, ninguém foi preso.
Secretaria de Educação lamenta o caso
Em nota, a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro afirmou lamentar o ocorrido e reforçou que escolas e creches devem ser espaços seguros para crianças, profissionais da educação e toda a comunidade.
Após a conclusão da operação do Esquadrão Antibombas e a liberação da área pelas autoridades, a creche retomou normalmente suas atividades, sem necessidade de suspensão das aulas.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

