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O vice-presidente do Corinthians, Armando Mendonça, pediu licença do cargo por 30 dias em meio à repercussão do caso envolvendo o desaparecimento de materiais esportivos fornecidos pela Nike ao clube.
Em nota divulgada à imprensa, o dirigente negou ter se apropriado dos itens e criticou a postura da diretoria. Segundo ele, faltou uma manifestação mais firme da instituição para esclarecer os fatos publicamente.
Apesar do afastamento temporário, Armando poderá retornar ao cargo antes do prazo previsto. A decisão ocorre dias após conselheiros e associados protocolarem um pedido de afastamento cautelar imediato.
O Ministério Público denunciou o dirigente por apropriação indébita agravada, tentativa de apropriação, furto qualificado e coação no curso do processo. A acusação também inclui o suposto desaparecimento de materiais especiais.
Embora a Polícia Civil tenha concluído que não houve crime, o Ministério Público adotou entendimento diferente e decidiu levar o caso à Justiça. A investigação segue gerando repercussão nos bastidores do Corinthians.
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