Divulgação / UFJF
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Mesmo após fim de greve, campus ainda opera com falhas e limitações

Estudantes da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) relatam dificuldades no retorno das atividades acadêmicas, mesmo após o encerramento da greve dos trabalhadores do Hospital Universitário (HU-UFJF), ocorrido no início de abril. A principal queixa é a permanência do fechamento da Biblioteca Central, sem previsão de reabertura.

A situação tem impactado diretamente o início do semestre letivo, já que muitos alunos dependem do acesso ao acervo físico e aos espaços de estudo. Segundo relatos, a expectativa de normalização gradual dos serviços não foi atendida, gerando insatisfação entre a comunidade acadêmica.

Além da biblioteca, outros setores também apresentam falhas. Estudantes apontam problemas frequentes no acesso à plataforma Moodle, além de lentidão na análise de cadastros necessários para abertura de chamados em laboratórios de informática.

Embora os servidores vinculados à Ebserh tenham retomado as atividades após a judicialização da greve e o risco de descontos salariais, os servidores técnicos e administrativos da universidade seguem em negociação com o Governo Federal.

Até o momento, impasses relacionados à reestruturação de carreiras e entraves burocráticos mantêm serviços essenciais parcialmente paralisados. Não há previsão oficial para a normalização completa das atividades no campus.

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