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Tecnologia será usada em cerca de 150 imóveis mapeados como áreas de risco, integrando as ações do Dia D contra a dengue.

A partir desta quinta-feira (26), o uso de drones passa a reforçar as ações de combate ao mosquito Aedes aegypti em Uberaba, com a aplicação aérea de larvicida em imóveis considerados estratégicos para o controle da dengue, chikungunya e zika. A primeira etapa do trabalho segue também na sexta-feira (27) e integra o conjunto de medidas preparatórias para o Dia D de mobilização contra a dengue, marcado para sábado (28).

Nesta fase, aproximadamente 150 imóveis receberão o tratamento, especialmente em áreas previamente identificadas por monitoramento aéreo como pontos de risco à saúde coletiva. A ação prioriza locais onde há maior dificuldade de acesso por equipes de campo ou reincidência de focos do mosquito, como caixas d’água abertas, lajes e quintais sem vedação adequada. Caso as condições climáticas não sejam favoráveis, o cronograma poderá ser ajustado.

Os bairros contemplados nesta etapa incluem Girassóis IV, Cidade Ozanan, Girassóis I, Estrela da Vitória, Conjunto Margarida Rosa de Azevedo, Parque das Américas, Jardim Induberaba, São Benedito, Abadia, Santa Maria, Santa Marta, Olinda, Residencial Tutunas, Jardim Uberaba, Alfredo Freire, Vila Celeste, Mercês, Estados Unidos, Boa Vista, Fabrício, Quinta da Boa Esperança, Vila Olímpica, Vila Militar, Jardim Espírito Santo e Jardim Nenê Gomes.

Segundo a diretoria de Vigilância em Saúde, a tecnologia permite alcançar locais inacessíveis, ampliando a cobertura das ações e aumentando a eficácia no controle dos focos. O larvicida utilizado é o mesmo aplicado rotineiramente pelas equipes de zoonoses, aprovado pelos órgãos competentes e seguro para pessoas e animais, quando empregado conforme os protocolos técnicos.

A iniciativa tem respaldo legal e integra as estratégias permanentes de vigilância ambiental do município, que atualmente conta com mais de 260 agentes de combate às endemias. Mesmo assim, o grande número de imóveis fechados ainda representa um desafio para o controle efetivo do mosquito, o que torna necessárias ações complementares, como o uso de drones para monitoramento e aplicação direcionada de produtos.

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