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O presidente do Conselho Deliberativo do Corinthians, Romeu Tuma Júnior, defendeu em entrevista que o clube suspenda os pagamentos da dívida do estádio com a Caixa Econômica. Segundo ele, o clube deve priorizar débitos mais urgentes diante da grave crise financeira.
De acordo com o balanço de 2024, a dívida referente à Neo Química Arena é de R$ 668 milhões, dentro de um endividamento total de R$ 2,6 bilhões até o primeiro trimestre de 2025. Uma campanha da Gaviões já arrecadou mais de R$ 40 milhões para ajudar na quitação.
Além do tema da dívida, Tuma detalhou o calendário para a reforma do estatuto do Corinthians, uma das principais cobranças da torcida. O dirigente disse que a votação final deve ocorrer em assembleia geral de sócios até dezembro deste ano.
O processo prevê que a Comissão de Reforma apresente um pré-projeto neste mês ao Conselho. Em outubro, serão feitas consultas com lideranças e coletivos, e em novembro deve ocorrer a votação no órgão. O último passo será a ratificação em assembleia.
Entre os temas em debate estão a ampliação do direito de voto ao Fiel Torcedor, novas regras para cartões corporativos, limites na contratação de parentes de funcionários e a regulamentação da relação com torcidas.
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