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Ex-presidente dos EUA enfrenta doença sensível a hormônios; Trump deseja recuperação

Reprodução/Flickr bidenforpresident

O ex-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, de 82 anos, foi diagnosticado com uma forma agressiva de câncer de próstata que já se espalhou para os ossos. O diagnóstico foi divulgado neste domingo (18) por seu gabinete, após exames realizados na sexta-feira (16), motivados por sintomas urinários crescentes.

O câncer de Biden apresenta um escore de Gleason de 9 (Grupo Grau 5), indicando alta agressividade. Apesar da gravidade, os médicos destacaram que o tumor é sensível a hormônios, o que permite opções de tratamento eficazes. Biden e sua família estão avaliando as alternativas terapêuticas com sua equipe médica.

Desde que deixou a presidência em janeiro de 2025, após não buscar a reeleição devido a preocupações com sua saúde e desempenho cognitivo, Biden manteve um perfil discreto. Durante seu mandato, ele enfrentou críticas relacionadas à sua aptidão física e mental, especialmente após um debate com Donald Trump em 2024.

A notícia do diagnóstico gerou manifestações de apoio de diversas figuras políticas. O atual presidente, Donald Trump, expressou solidariedade em uma publicação no Truth Social: “Melania e eu estamos tristes ao saber sobre o recente diagnóstico médico de Joe Biden. Estendemos nossos mais calorosos e melhores desejos para Jill e a família, e desejamos a Joe uma recuperação rápida e bem-sucedida”.

Kamala Harris, ex-vice-presidente de Biden, também se pronunciou, afirmando que ela e seu marido, Doug Emhoff, estão mantendo Biden e sua família em seus pensamentos e orações, destacando a resiliência do ex-presidente.

Especialistas médicos ressaltam que, embora o câncer de próstata metastático não seja curável, ele pode ser controlado com terapias hormonais, permitindo que pacientes vivam por vários anos com qualidade de vida.

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