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Política – Um homem de 28 anos foi detido na noite desta quinta-feira (1º) após arremessar uma mochila em um ponto de ônibus próximo ao Supremo Tribunal Federal (STF), na Praça dos Três Poderes, em Brasília. A situação levantou uma suspeita de possível artefato explosivo e mobilizou equipes especializadas de segurança.
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) foi acionada por volta das 19h50. O esquadrão antibombas e cães farejadores foram enviados ao local para verificar o conteúdo da mochila.
Após a operação, a PMDF descartou a possibilidade de que houvesse uma bomba no objeto.
Mochila foi arremessada perto do STF
Segundo a PMDF, o homem foi identificado nas proximidades do Supremo e teria jogado a mochila sobre uma parada de ônibus.
Durante a abordagem, ele apresentou resistência. A corporação também informou que o homem fez declarações de caráter reivindicatório.
O STF informou que a movimentação foi identificada pelo sistema de monitoramento da Corte. De acordo com o tribunal, o homem teria tentado pular as grades do prédio, o que levou ao acionamento da Polícia Militar e da Polícia Judicial.
A PMDF, porém, afirmou posteriormente que, após analisar a dinâmica da ocorrência, não foram identificados elementos que caracterizassem uma tentativa de invasão às dependências do Supremo.
Esquadrão antibombas isolou área
A mochila deixada no ponto de ônibus levou as forças de segurança a adotarem protocolos específicos para verificar a possibilidade de haver um artefato explosivo.
O esquadrão antibombas foi acionado por meio da chamada Operação Petardo. A região foi isolada durante a averiguação, e o trânsito nas proximidades da Praça dos Três Poderes chegou a ser interrompido.
Além dos especialistas em explosivos, cães farejadores também foram utilizados na inspeção da mochila.
A operação ocorreu em uma área de grande circulação e segurança, próxima ao STF, ao Congresso Nacional e ao Palácio do Planalto.
PM descarta presença de bomba
Após a análise realizada pelas equipes especializadas, a Polícia Militar descartou a suspeita de que a mochila contivesse uma bomba.
O homem de 28 anos permaneceu detido após a ocorrência. As circunstâncias do episódio deverão ser apuradas pelas autoridades responsáveis.
O caso chamou atenção pela proximidade com o Supremo Tribunal Federal e pela necessidade de mobilização do protocolo de segurança para possíveis artefatos explosivos.

