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Educação – Alunas do Maranhão colocaram o Brasil em destaque ao conquistar o principal prêmio de uma das maiores competições internacionais de robótica educacional. A equipe Gipsy Danger, da Escola SESI São Luís, venceu o Champions Award Winner durante o Korea Open Invitational, realizado na Coreia do Sul.
O reconhecimento veio após três dias de avaliações que analisaram não apenas o desempenho técnico do robô, mas também critérios como inovação, organização, impacto social, colaboração e trabalho em equipe.
Equipe brasileira superou representantes de 45 países
O Korea Open Invitational aconteceu entre os dias 3 e 5 de julho e reuniu mais de 50 equipes de 45 países. A equipe maranhense conquistou o Champions Award Winner, considerado o prêmio mais importante da competição.
O grupo é formado pelas estudantes Agnes Rafaela Aguiar, Dandara Abreu, Larissa Dutra, Sofia Barbosa, Lara Beatriz Soeiro e Brendha Kamille Leal Cabral, todas da Escola SESI São Luís.
Para conquistar o título, as alunas passaram por uma série de desafios técnicos e avaliações que levaram em conta diferentes aspectos do projeto desenvolvido.
Estudante celebra conquista internacional
Uma das integrantes da equipe, Larissa Dutra, de 15 anos, destacou a importância da experiência vivida durante a competição.
“Competir na Coreia do Sul foi uma experiência inesquecível. Tivemos a oportunidade de compartilhar nossos conhecimentos, conhecer projetos e robôs desenvolvidos por equipes do mundo inteiro. Conquistar o Champions Award fez esse momento ficar ainda mais emocionante para todas nós.”
Além da vitória, o torneio proporcionou intercâmbio de conhecimento entre estudantes de diferentes nacionalidades e projetos voltados à inovação tecnológica.
Robótica desenvolve habilidades além da tecnologia
Segundo a superintendente regional do SESI Maranhão, Regina Sodré, a robótica educacional vai além da programação e da construção de robôs, contribuindo para o desenvolvimento de competências importantes para o futuro dos estudantes.
“A premiação é resultado de um processo de formação que valoriza o conhecimento, a criatividade e a colaboração, além de demonstrar o potencial dos nossos estudantes para competir em alto nível em qualquer lugar do mundo”, afirmou.
Ela também ressaltou que atividades desse tipo fortalecem habilidades como autonomia, pensamento crítico, liderança e trabalho em equipe.
A conquista da equipe Gipsy Danger reforça o potencial da educação tecnológica brasileira e evidencia como o investimento em ciência, inovação e robótica pode abrir portas para jovens talentos em competições internacionais.

