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Juiz de Fora – Capivara carbonizada encontrada às margens do Rio Paraibuna, em Juiz de Fora (MG), mobilizou a Polícia Civil após imagens do animal chamarem a atenção. No entanto, a investigação concluiu que não houve crime de maus-tratos.
Segundo a Delegacia Especializada de Meio Ambiente, o filhote já estava morto antes de o corpo ser incendiado. A principal hipótese é de que o animal tenha sido atropelado dias antes.
Investigação apontou que animal já estava morto
De acordo com o delegado Marcos Vignolo, responsável pela apuração, o filhote de capivara permanecia no local desde o último sábado (4), quando provavelmente morreu em decorrência de um atropelamento.
Com o avanço da decomposição e o forte odor, uma mulher em situação de rua, que ainda não foi identificada, teria ateado fogo ao corpo do animal no mesmo dia.
A polícia esclareceu que a ação ocorreu quando o animal já estava sem vida.
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Polícia descarta crime de maus-tratos
Após analisar o caso, a Polícia Civil concluiu que a situação não se enquadra no crime de maus-tratos a animais.
Segundo o delegado, como a capivara já estava morta quando o corpo foi incendiado, não houve conduta que configure esse tipo de infração penal.
Embora a mulher responsável por atear fogo ainda não tenha sido identificada, a autoridade policial afirmou que, nas circunstâncias apuradas, a legislação não caracteriza o ato como maus-tratos.
Animal foi recolhido pela prefeitura
Após a conclusão inicial da investigação, a Prefeitura de Juiz de Fora foi comunicada sobre a ocorrência.
O Departamento Municipal de Limpeza Urbana (Demlurb) realizou o recolhimento da carcaça da capivara às margens do Rio Paraibuna.
O caso foi encerrado pela Delegacia de Meio Ambiente após a constatação de que não havia elementos que indicassem crime contra a fauna.

