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Política – A Polícia Federal (PF) cumpriu, na manhã desta quarta-feira (8), um mandado de busca e apreensão na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em Brasília. A ação teve como objetivo localizar armas de fogo, munições e documentos relacionados aos registros dos armamentos.
Segundo informações confirmadas por investigadores, a PF faz buscas na casa de Bolsonaro e os agentes permaneceram cerca de 50 minutos no imóvel, mas não encontraram os materiais procurados durante a operação.
Operação foi autorizada por Alexandre de Moraes
De acordo com a defesa de Jair Bolsonaro, o mandado de busca e apreensão foi expedido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
A informação foi divulgada inicialmente por um dos advogados do ex-presidente e posteriormente confirmada por fontes ligadas à investigação.
Além da busca por armas e munições, os policiais também procuravam documentos relacionados aos registros dos armamentos.
Exército informou não localizar armas registradas
A operação foi realizada após informações de que o Exército não conseguiu identificar o paradeiro de duas armas registradas em nome de Jair Bolsonaro.
Por esse motivo, a Polícia Federal realizou uma varredura na residência do ex-presidente para verificar se os armamentos estavam no local.
Segundo os investigadores, nenhum dos itens procurados foi encontrado durante a diligência.
Leia também: Aliados veem isolamento político de Bolsonaro após domiciliar
Carlos Bolsonaro critica ação da PF
Após a operação, o vereador Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente, se manifestou nas redes sociais.
Em publicação, ele criticou a atuação das autoridades e afirmou:
“Ninguém aguenta mais tanta perseguição, injustiça e tortura.”
Até o momento, não houve manifestação pública de Jair Bolsonaro sobre o cumprimento do mandado.
Investigação segue em andamento
A Polícia Federal não divulgou detalhes sobre os próximos passos da investigação nem informou se novas diligências serão realizadas para localizar os armamentos registrados em nome do ex-presidente.
O caso segue sob condução do Supremo Tribunal Federal.

