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Um homem de 35 anos, conhecido pelo vulgo “Zinho”, foi preso em flagrante na tarde desta terça-feira (17), após trocar tiros com...
Créditos: Divulgação/Polícia Civil
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Um homem de 35 anos, conhecido pelo vulgo “Zinho”, foi preso em flagrante na tarde desta terça-feira (17), após trocar tiros com policiais civis na Ponta da Praia, em Santos, no litoral de São Paulo. A ação foi realizada por equipes da 2ª Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE), do DEIC/DEINTER-6.

De acordo com a Polícia Civil, os agentes realizavam diligências investigativas para apurar informações sobre armas de fogo supostamente ligadas a ações criminosas na região. Investigações anteriores apontavam que o suspeito teria ligação com traficantes de drogas da Baixada Santista. Uma delação recente também indicava que armas utilizadas no Morro do São Bento estariam sob a guarda dele.

Ao chegarem ao imóvel, os policiais tentaram contato e foram recebidos pelo filho menor do investigado, que informou que o pai estava no andar superior. Quando subiam a escada, os agentes foram surpreendidos por disparos efetuados de cima para baixo, sendo obrigados a recuar.

Na sequência, segundo a corporação, o homem efetuou novos tiros a partir da janela frontal do apartamento. Um dos disparos atingiu o muro próximo à cabeça de um dos policiais.

Diante da situação, houve reforço da Força Tática da Polícia Militar. As equipes ingressaram no imóvel, controlaram o ambiente e detiveram o suspeito. No local, foi apreendido um revólver calibre .38, com quatro munições deflagradas.

Durante a vistoria na residência, os policiais encontraram 35 tabletes de substância branca e quatro aparelhos celulares. A Polícia Técnico-Científica realizou testes preliminares, que tiveram resultado negativo para entorpecentes. No entanto, as substâncias passarão por análises periciais mais detalhadas para confirmação.

O homem foi preso em flagrante por homicídio tentado qualificado e posse irregular de arma de fogo. A autoridade policial representou pela conversão da prisão em preventiva, em razão da violência empregada contra os agentes.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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