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estoque de armas dos EUA
Reprodução internet
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Mundo – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (13) que o país está aumentando rapidamente seu estoque de armas, após meses de pressão sobre os arsenais militares americanos durante a guerra com o Irã.

Segundo Trump, a produção de mísseis considerados estratégicos foi acelerada e os Estados Unidos estão ampliando a capacidade de fabricação de equipamentos de defesa aérea e de ataque de longo alcance.

“Estamos fabricando-os muito rapidamente agora. Estamos aumentando nosso estoque muito depressa”, afirmou o presidente a jornalistas durante uma viagem de volta aos Estados Unidos.

Produção de mísseis Patriot foi ampliada

Trump citou especificamente os mísseis Patriot, utilizados pelo sistema de defesa aérea americano e também fornecidos à Ucrânia.

“Estamos fabricando mais mísseis Patriot do que jamais fabricamos”, disse o presidente. Segundo ele, as empresas do setor de defesa estão trabalhando para ampliar a produção e novas instalações estariam sendo criadas especificamente para fabricar Patriots e outros armamentos.

Trump também mencionou mísseis Tomahawk e outros sistemas utilizados pelas Forças Armadas dos Estados Unidos.

A afirmação ocorre depois de relatos sobre a redução dos estoques americanos durante a escalada do conflito com o Irã. A situação aumentou a pressão sobre o governo para acelerar a reposição das munições utilizadas pelas forças americanas.

Trump nega preocupação com estoques

No início de setembro, Trump havia rejeitado relatos de que os Estados Unidos estariam enfrentando uma redução preocupante de munições.

Em publicação na rede Truth Social, o presidente afirmou que as informações sobre a diminuição dos estoques eram incorretas e disse que o país possuía grandes quantidades de munição.

Ao mesmo tempo, autoridades americanas vêm defendendo o aumento da produção para recompor os estoques e atender às necessidades militares atuais.

A Reuters informou que o conflito no Oriente Médio também aumentou a pressão sobre os recursos das Forças Armadas americanas, especialmente diante da possibilidade de uma guerra prolongada e da necessidade de manter sistemas de defesa aérea disponíveis.

Guerra com o Irã pressiona indústria de defesa

A guerra com o Irã colocou a indústria de defesa dos Estados Unidos diante do desafio de produzir armamentos em ritmo mais acelerado.

Além dos Estados Unidos, países aliados também dependem de interceptadores produzidos em território americano. O Canadá, por exemplo, anunciou recentemente um pacote de C$ 350 milhões para aquisição de interceptadores de defesa aérea destinados à Ucrânia, por meio de um programa de compra de armas dos Estados Unidos.

A necessidade de reposição também está relacionada ao uso intenso de sistemas de defesa aérea em conflitos recentes. Mísseis interceptadores são empregados para combater drones e projéteis, o que pode consumir rapidamente estoques que levam anos para serem recompostos.

Trump afirma que a indústria americana está acelerando a produção para evitar que as reservas permaneçam reduzidas e garantir que as Forças Armadas tenham munição suficiente para suas operações.

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