Publicidade
Transbrasa reduz em 33,6% movimentos improdutivos com inteligência artificial e amplia eficiência do terminal
Foto divulgação
Getting your Trinity Audio player ready...

A Transbrasa avança em um processo de modernização operacional que combina inteligência artificial (IA) e novos equipamentos para tornar mais eficiente a movimentação de contêineres no Porto de Santos.

A estratégia já apresenta resultados práticos: desde o início do ano, a empresa reduziu em 33,6% os movimentos improdutivos no pátio, com reflexos no consumo de diesel, no desgaste de pneus e componentes mecânicos e nas emissões de gases de efeito estufa (GEE).

Os ganhos são resultado da implantação de um sistema de inteligência artificial desenvolvido para otimizar a gestão do pátio de contêineres. A tecnologia analisa a disposição das cargas e define a sequência mais eficiente de movimentações, diminuindo deslocamentos desnecessários e tornando a operação mais ágil.

Os indicadores demonstram a evolução do projeto. No início da implantação, cada contêiner de importação exigia, em média, 12 movimentos dentro do terminal. Em junho deste ano, o índice caiu para 8,1 movimentos por unidade, refletindo uma operação mais eficiente e sustentável.
“Cada movimento desnecessário que conseguimos eliminar representa economia de combustível, menor desgaste dos equipamentos, redução das emissões e mais agilidade na liberação das cargas dos nossos clientes. A sustentabilidade deixou de ser um objetivo paralelo e passou a fazer parte das decisões operacionais da empresa”, afirma o vice-presidente da Transbrasa, Bayard Umbuzeiro Neto.

A modernização também incluiu a incorporação de três novos reach stackers da fabricante Konecranes, identificados como KC-01, KC-02 e KC-03. As máquinas são utilizadas nas operações de carga, descarga, transporte e empilhamento de contêineres de 20 e 40 pés e estão entre os principais equipamentos empregados em terminais retroportuários.

Entre os diferenciais da nova geração está a capacidade de empilhar contêineres em até seis unidades de altura, o que permite ampliar o aproveitamento do pátio sem a necessidade de expansão física da área. As máquinas também contam com sistemas de telemetria e monitoramento eletrônico, que auxiliam os operadores, aumentam a segurança e permitem acompanhar com maior precisão o desempenho dos equipamentos.

Outro avanço está relacionado à eficiência energética. Enquanto as máquinas da geração anterior consumiam, em média, cerca de 19 litros de diesel por hora, os novos reach stackers operam com aproximadamente 13 litros por hora. A diferença representa uma redução superior a 30% no consumo de combustível e contribui para diminuir as emissões de carbono associadas à operação.

Segundo Umbuzeiro Neto, os investimentos fazem parte da estratégia permanente de evolução tecnológica da empresa.
“A inovação sempre esteve no DNA da Transbrasa. Buscamos tecnologias que proporcionem ganhos reais para os clientes, para a operação e para o meio ambiente. A inteligência artificial e os novos equipamentos nos permitem trabalhar com mais produtividade, reduzir desperdícios e tornar a movimentação de contêineres mais eficiente e sustentável”, conclui.

Publicidade

Destaques ISN

Relacionadas

Menu