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Sam Neill
Reprodução internet
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Mundo – O ator neozelandês Sam Neill morreu nesta segunda-feira (13), aos 78 anos. A informação foi confirmada por familiares em uma publicação nas redes sociais do artista, que afirmaram que a morte foi “repentina e inesperada”.

Conhecido mundialmente por interpretar o paleontólogo Alan Grant na franquia “Jurassic Park”, Neill havia anunciado, em abril deste ano, que estava curado de um câncer após cinco anos de tratamento.

Família confirma morte e pede privacidade

Segundo a nota divulgada pela família, Sam Neill morreu em Sydney, na Austrália, cercado por familiares.

Os parentes destacaram que o ator permaneceu livre do câncer até seus últimos dias e pediram respeito à privacidade da família neste momento de luto.

Em comunicado, a família afirmou que “Sam estava cercado por familiares e partiu com a dignidade que marcou toda a sua vida”. Mais informações sobre as despedidas devem ser divulgadas posteriormente.

Carreira foi marcada por grandes sucessos

Nascido na Irlanda e naturalizado neozelandês, Sam Neill construiu uma carreira de mais de cinco décadas no cinema e na televisão.

Seu papel mais conhecido foi o do Dr. Alan Grant na franquia “Jurassic Park”, que o transformou em um dos rostos mais reconhecidos do cinema mundial.

Ao longo da carreira, também participou de produções de destaque como “O Piano”, “A Caçada ao Outubro Vermelho” e da série “Peaky Blinders”.

Ator havia vencido um câncer

Em março de 2022, Sam Neill foi diagnosticado com um linfoma angioimunoblástico de células T em estágio três.

Após cinco anos de tratamento, o ator anunciou, em abril de 2026, que havia vencido a doença.

A família informou que sua morte não ocorreu em decorrência do câncer.

Líderes prestam homenagens

A morte do ator gerou manifestações de autoridades da Austrália e da Nova Zelândia.

O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, destacou a coragem com que Sam Neill enfrentou a doença e afirmou que o ator será lembrado por sua dignidade, talento e legado artístico.

Já o primeiro-ministro da Nova Zelândia, Christopher Luxon, classificou o artista como “um dos grandes” e ressaltou sua contribuição para projetar o cinema neozelandês internacionalmente ao longo de mais de 50 anos de carreira.

O legado de Sam Neill permanece vivo em dezenas de produções que marcaram diferentes gerações de espectadores em todo o mundo.

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