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Brasil – A Avenida Paulista voltou a ser tomada por cores, música e manifestações de diversidade neste domingo (7), durante a edição que marca os 30 anos da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo. Com milhares de participantes, fantasias criativas, artistas e discursos sobre cidadania, o evento deste ano colocou o voto e a participação política no centro das discussões.
Com o tema “30 Anos Parada SP: A rua convoca, a urna confirma”, a manifestação buscou reforçar a importância da participação democrática e da representação política para a comunidade LGBTQIA+.
Parada LGBT+ mistura celebração, arte e manifestações
Antes mesmo do início das apresentações nos trios elétricos, a Avenida Paulista já estava ocupada por participantes fantasiados, drag queens, bandeiras coloridas e grupos reunidos para registrar o momento.
Entre os personagens que chamaram atenção estava a drag queen DragZonna, que destacou a importância histórica do evento e da mobilização social.
Ao longo da avenida, leques coloridos, roupas temáticas e referências à cultura pop dividiram espaço com mensagens voltadas à defesa de direitos e representatividade.
Urna gigante reforçou mensagem sobre eleições
Um dos símbolos que mais chamou atenção nesta edição foi uma urna eletrônica gigante instalada em destaque na Avenida Paulista.
Batizada de “Votinho”, a estrutura foi utilizada para reforçar o tema central da edição e estimular reflexões sobre participação política e representação.
Além das cores tradicionais do movimento LGBTQIA+, muitos participantes também carregavam bandeiras do Brasil e utilizavam elementos visuais ligados ao debate eleitoral.
Artistas e lideranças participaram dos trios elétricos
A programação reuniu 14 trios elétricos e contou com apresentações de artistas conhecidos do público, incluindo nomes ligados à música pop, funk e cultura LGBTQIA+.
Entre os participantes anunciados estavam Pabllo Vittar, Gloria Groove, Urias, Pepita, Melody, Diego Martins, Jup do Bairro, Thiago Pantaleão e outros artistas.
A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Janine Mello, também participou do evento.
Participantes destacam visibilidade e representatividade
Além do caráter festivo, muitos participantes utilizaram o espaço para destacar pautas relacionadas à representatividade e à visibilidade da comunidade LGBTQIA+.
Vestimentas inspiradas em símbolos nacionais, faixas presidenciais e camisetas da seleção brasileira apareceram entre os manifestantes, que associaram cidadania, pertencimento e participação política.
A caminhada teve início na Avenida Paulista e seguiu em direção à Praça da República, encerrando mais uma edição de um dos maiores eventos LGBTQIA+ do mundo.
Evento celebra três décadas de história
Ao completar 30 anos, a Parada LGBT+ reforçou seu papel histórico como espaço de celebração, mobilização social e debate público.
Além da festa e das apresentações culturais, o evento deste ano evidenciou discussões sobre democracia, participação política e representação, temas que devem permanecer em destaque até o próximo ciclo eleitoral.

