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Mundo – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (14) que sua reunião com o líder chinês Xi Jinping foi “extremamente positiva e produtiva”. A declaração aconteceu durante o banquete de Estado oferecido pelo governo chinês em Pequim, em meio à tentativa dos dois países de reduzir tensões comerciais e ampliar acordos econômicos.
Segundo informações, Trump agradeceu a Xi pela recepção que classificou como “magnífica” e destacou a importância da relação entre as duas maiores economias do mundo.
Trump destaca laços históricos entre EUA e China
Durante o discurso, Trump afirmou que Estados Unidos e China compartilham valores e conexões históricas importantes. O republicano citou episódios históricos envolvendo os dois países, além de exemplos culturais contemporâneos para reforçar a aproximação diplomática.
“O mundo é especial com nós dois unidos e juntos”, declarou o presidente americano durante o evento.
Trump também mencionou que restaurantes chineses nos Estados Unidos superam em número as cinco maiores redes americanas de fast-food somadas, usando o exemplo como símbolo da integração cultural entre os países.
Xi Jinping defendeu cooperação entre as potências
Mais cedo, Xi Jinping já havia afirmado que a relação entre China e Estados Unidos é a “mais importante do mundo”. O líder chinês defendeu uma parceria baseada em estabilidade estratégica e cooperação econômica, evitando confrontos entre as potências globais.
As declarações acontecem em um momento delicado das relações bilaterais, marcadas por anos de disputas tarifárias, desacordos comerciais e tensões diplomáticas iniciadas ainda no primeiro mandato de Trump.
Reunião discutiu economia e guerra comercial
Trump e Xi se reuniram por cerca de duas horas antes do jantar oficial. Segundo a Casa Branca, os líderes conversaram sobre cooperação econômica, combate ao tráfico de fentanil e possíveis acordos comerciais envolvendo produtos agrícolas e aeronaves.
A visita de Trump à China começou na quarta-feira (13) e marca sua primeira viagem oficial ao país asiático desde 2017. A agenda também busca manter a atual trégua na guerra comercial entre Washington e Pequim.
Ao fim do discurso, Trump convidou Xi Jinping e a primeira-dama chinesa, Peng Liyuan, para uma visita oficial à Casa Branca em setembro.

