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Israel e Líbano
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Mundo – Representantes de Israel e Líbano participam nesta quinta-feira (14) de uma nova rodada de negociações mediadas pelos Estados Unidos em Washington. O encontro acontece em meio ao aumento dos confrontos entre Israel e o grupo Hezbollah e ao temor de colapso do cessar-fogo na região.

Delegações foram reforçadas para nova rodada

Pelo lado libanês, além da embaixadora do Líbano nos Estados Unidos, Nada Hamadeh Moawad, também participa o enviado especial e ex-embaixador Simon Karam.

Já a delegação israelense conta com o embaixador de Israel nos EUA, Yechiel Leiter, o vice-conselheiro de Segurança Nacional, Yossi Draznin, além de representantes militares de alto escalão.

Os Estados Unidos voltarão a atuar como mediadores das negociações. Participam da equipe americana o conselheiro do Departamento de Estado Michael Needham, o embaixador dos EUA em Israel, Mike Huckabee, e o embaixador no Líbano, Michel Issa.

O secretário de Estado Marco Rubio não estará presente porque acompanha o presidente Donald Trump em viagem oficial à China.

Escalada da violência aumenta pressão por acordo

As negociações acontecem após novos episódios de violência registrados nos últimos dias. Segundo autoridades libanesas, ataques israelenses deixaram ao menos 12 mortos nesta quarta-feira (13), incluindo uma mulher e duas crianças.

O Hezbollah também afirmou ter realizado dez ataques contra posições militares israelenses no mesmo dia.

Outro ponto que elevou a tensão foi a entrada das forças israelenses na região do rio Litani, no sul do Líbano, considerada estratégica dentro do conflito.

EUA tentam evitar colapso do cessar-fogo

A retomada das conversas em Washington ocorre em um cenário de crescente preocupação internacional com a possibilidade de ampliação do conflito no Oriente Médio.

O objetivo das negociações é tentar preservar o cessar-fogo e evitar uma escalada ainda maior entre Israel e Hezbollah, grupo armado apoiado pelo Irã e atuante no território libanês.

As reuniões devem começar às 10h no horário de Brasília, segundo autoridades israelenses.

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