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Trump na China
Reprodução wikimedia
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Mundo – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, embarca nesta terça-feira (12) para uma viagem oficial à China, em meio ao aumento da pressão internacional por um acordo envolvendo o conflito com o Irã.

A visita inclui encontros com o presidente chinês Xi Jinping e acontece em um momento considerado delicado para as negociações diplomáticas no Oriente Médio.

Trump terá reuniões em Pequim

Segundo informações divulgadas pela CNN Brasil, Trump deve chegar a Pequim na quarta-feira (13).

As reuniões oficiais entre os líderes dos dois países estão previstas para quinta (14) e sexta-feira (15).

Esta será a primeira visita de Trump à China desde 2017.

Viagem pode influenciar negociações com o Irã

A viagem ocorre em meio às dificuldades nas negociações para encerrar o conflito envolvendo o Irã.

Recentemente, Trump afirmou que o cessar-fogo entre os envolvidos estaria “respirando por aparelhos”, indicando fragilidade nas tratativas diplomáticas.

Segundo uma fonte regional ouvida pela imprensa, o avanço das negociações dependeria diretamente dos resultados da visita de Trump à China.

O governo chinês é considerado peça importante nas conversas por manter forte relação comercial com o regime iraniano e ser um dos principais compradores de petróleo do país.

Relação entre EUA e China segue tensionada

Além da questão iraniana, a viagem também acontece após meses de tensão entre Estados Unidos e China.

Os dois países acumulam disputas envolvendo tarifas comerciais, minerais estratégicos conhecidos como terras raras e acusações relacionadas ao apoio chinês ao Irã.

Trump afirmou ainda que pretende discutir com Xi Jinping temas como a venda de armas para Taiwan e o caso do empresário Jimmy Lai, preso em Hong Kong.

Guerra comercial também estará na pauta

Outro ponto esperado nas negociações é a possível prorrogação da trégua comercial entre os dois países.

O acordo atual permite a continuidade do fluxo de minerais de terras raras da China para os Estados Unidos, considerados estratégicos para setores tecnológicos e industriais.

Analistas internacionais avaliam que o encontro pode impactar tanto o cenário econômico global quanto os próximos passos diplomáticos envolvendo o Oriente Médio.

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