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Mundo – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, embarca nesta terça-feira (12) para uma viagem oficial à China, em meio ao aumento da pressão internacional por um acordo envolvendo o conflito com o Irã.
A visita inclui encontros com o presidente chinês Xi Jinping e acontece em um momento considerado delicado para as negociações diplomáticas no Oriente Médio.
Trump terá reuniões em Pequim
Segundo informações divulgadas pela CNN Brasil, Trump deve chegar a Pequim na quarta-feira (13).
As reuniões oficiais entre os líderes dos dois países estão previstas para quinta (14) e sexta-feira (15).
Esta será a primeira visita de Trump à China desde 2017.
Viagem pode influenciar negociações com o Irã
A viagem ocorre em meio às dificuldades nas negociações para encerrar o conflito envolvendo o Irã.
Recentemente, Trump afirmou que o cessar-fogo entre os envolvidos estaria “respirando por aparelhos”, indicando fragilidade nas tratativas diplomáticas.
Segundo uma fonte regional ouvida pela imprensa, o avanço das negociações dependeria diretamente dos resultados da visita de Trump à China.
O governo chinês é considerado peça importante nas conversas por manter forte relação comercial com o regime iraniano e ser um dos principais compradores de petróleo do país.
Relação entre EUA e China segue tensionada
Além da questão iraniana, a viagem também acontece após meses de tensão entre Estados Unidos e China.
Os dois países acumulam disputas envolvendo tarifas comerciais, minerais estratégicos conhecidos como terras raras e acusações relacionadas ao apoio chinês ao Irã.
Trump afirmou ainda que pretende discutir com Xi Jinping temas como a venda de armas para Taiwan e o caso do empresário Jimmy Lai, preso em Hong Kong.
Guerra comercial também estará na pauta
Outro ponto esperado nas negociações é a possível prorrogação da trégua comercial entre os dois países.
O acordo atual permite a continuidade do fluxo de minerais de terras raras da China para os Estados Unidos, considerados estratégicos para setores tecnológicos e industriais.
Analistas internacionais avaliam que o encontro pode impactar tanto o cenário econômico global quanto os próximos passos diplomáticos envolvendo o Oriente Médio.

