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Será que os ETs já estão entre nós?
Nesta semana o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, determinou a liberação dos arquivos secretos de órgãos do governo. Não da teia de pedofilia de Epstein, como se esperava, mas sim de investigações sobre aliens e OVNIs. Isso aconteceu logo depois que o ex-presidente Barack Obama disse que os extraterrestres existem, mas que ele nunca viu nenhum.
Os boatos, rumores, especulações e lendas que cercam a Área 51, lá nos Estados Unidos, e a suposta existência comprovada de seres extraterrestres e naves de outras partes do universo circulam desde a década de 40 do século passado.
Até o Brasil teve um episódio de ET, o de Varginha.
A crônica Os Discos Voadores, de Rachel de Queiroz, por exemplo, foi publicada em 1960 a partir de uma experiência pessoal dela. Tem mais de 60 anos.
Nessa crônica a escritora lança uma ideia assustadora, mas absolutamente lógica. A de que alienígenas com capacidade de realização de viagens interplanetárias estariam num estágio de conhecimento muito acima do nosso e poderiam tratar a humanidade como os europeus trataram os indígenas que encontraram nas Américas. Com desumanidade. Muito menos evoluídos, os nativos foram escravizados, abusados, dizimados, tiveram os tesouros roubados, e a saúde contaminada pelos vírus trazidos da Europa pelas caravelas.
O ser humano, mesmo com todo o progresso tecnológico, ainda está muito longe de poder realizar viagens a outros planetas com naves tripuladas e leves. Para outras galáxias, a velocidade necessária seria próxima ou até superior à da luz, totalmente fora do alcance da nossa tecnologia.
Então seres vindos do espaço estariam necessariamente num patamar tecnológico muito superior ao nosso.
A imagem que temos de ETs é a criada pelo cinema para viabilizar enredos. Essa análise é do gênio Stephen Hawking, me informa o amigo Ronaldo Serapicos. Antenas, pele verde, olhos descolados do rosto, cabeças desproporcionais e corpos diminutos, armas de energia semelhantes às nossas pistolas e rifles constituem pura fantasia. O raciocínio lógico conduz a seres muito diferentes desses, com corpos muito menos densos e grosseiros do que os nossos.
A partir desse raciocínio simples uma outra ideia se impõe. ETs com esse nível de evolução científica e constituição etérea, muito menos concreta do que a nossa, podem também dominar a técnica de modelar o corpo com o poder da mente.
Ou seja: podem estar circulando livremente pelo nosso planeta, com formas humanas e dominando os idiomas, sem que tenhamos a mínima possibilidade de perceber.
A ideia é perturbadora de um lado e confortadora de outro. É difícil imaginar que num universo infinito, a vida inteligente se restrinja à Terra. E também que o nosso estágio terreno seja top no universo. Certamente há inteligências superiores à humana.
E aí, se eles já estão aqui ou se estão para chegar, é muito provável que também já tenham deixado para trás as nossas características menos luminosas: a corrupção, a maldade, a truculência e a vontade de exercer poder e dominação pela força e pelo dinheiro. Muito provavelmente já superaram o orgulho e o egoísmo e vão nos ajudar a trilhar esse caminho. Então:
Bem-vindos ETs !!!
