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Harry Massis assumiu a presidência do São Paulo de forma interina após a destituição preventiva de Julio Casares. Apesar da pressão externa, o dirigente tem priorizado pendências urgentes antes de promover mudanças estruturais.
O primeiro movimento foi conversar com o elenco, sinalizando a centralidade do futebol no momento do clube. A ideia é blindar o CT da Barra Funda e oferecer tranquilidade ao departamento mais sensível.
Entre as prioridades estão pendências financeiras, como atrasos de direitos de imagem, além de questões administrativas. Mudanças em diretorias, por ora, ficam em segundo plano na gestão emergencial.
Massis deixou claro aos executivos que, se confirmado, terá mandato curto, de cerca de 11 meses. O foco é resolver problemas imediatos que impactam o dia a dia, sem decisões precipitadas.
O ritmo cauteloso também se explica pelo caráter interino do cargo. O impeachment de Casares ainda será votado pelos sócios, e só após a definição o São Paulo deve iniciar mudanças mais profundas.
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