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foto casal praia 19 01 26

Um casal foi flagrado praticando ato íntimo explícito em plena faixa de areia da Praia do Arpoador, um dos pontos mais movimentados da orla do Rio de Janeiro. A cena ocorreu em um momento de grande circulação de pessoas e foi registrada por um frequentador da praia, que se mostrou surpreso com a situação.

No vídeo, que rapidamente passou a circular nas redes sociais, é possível perceber o casal mantendo a atitude mesmo com a presença de outros banhistas ao redor, incluindo famílias.

Diante da repercussão e de reclamações feitas por quem estava no local, a Polícia Militar foi acionada e realizou a abordagem do casal. Os agentes orientaram os envolvidos sobre a inadequação da conduta em ambiente público e determinaram o encerramento imediato da situação. A princípio, não houve registro de condução à delegacia, apenas advertência no local.

Até o momento, não há confirmação oficial sobre a identidade do casal, nem informações de que eles sejam moradores da região ou turistas. Também não foi divulgado se a pessoa que gravou as imagens prestou depoimento formal ou se o vídeo foi anexado a algum procedimento policial.

O episódio reacendeu o debate sobre limites de comportamento em espaços públicos, especialmente em locais tradicionalmente frequentados por famílias e crianças, como praias urbanas.

O que diz a lei

A legislação brasileira prevê punição para a prática de ato obsceno em lugar público ou exposto ao público. A conduta pode resultar em multa, registro policial e outras medidas legais, dependendo da avaliação da autoridade no momento da ocorrência. Mesmo quando não há prisão, o caso pode gerar desdobramentos posteriores.

Para casais que pensam em repetir esse tipo de atitude em praias, praças ou outros espaços abertos:

  • Pode sair caro
    Não se trata apenas de uma “bronca”. Dependendo da situação, o episódio pode virar problema judicial, com multa, intimação e desgaste desnecessário.

  • Espaço público é coletivo
    Quem divide o ambiente não é obrigado a presenciar cenas íntimas. Viver em sociedade pressupõe respeito ao espaço do outro.

  • Nem sempre termina em advertência
    Há casos semelhantes que evoluíram para registro policial, identificação dos envolvidos e até investigações, especialmente quando há grande exposição ou reincidência.

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