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Após mais de uma década de transtornos com vazamentos de esgoto, mau cheiro e riscos sanitários no bairro Itaóca, em Mongaguá...
Créditos: Matheus Santana/Prefeitura de Mongaguá
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Após mais de uma década de transtornos com vazamentos de esgoto, mau cheiro e riscos sanitários no bairro Itaóca, em Mongaguá, a Prefeitura iniciou nesta segunda-feira (12) uma obra de infraestrutura em parceria com a Sabesp para substituir toda a rede antiga da Avenida Monteiro Lobato. A medida visa encerrar de forma definitiva os problemas causados pelo desgaste da tubulação.

A intervenção está substituindo os antigos canos de concreto por tubos de PVC, material mais resistente e com diâmetro compatível com a demanda da região. Segundo o secretário de Obras Públicas, Carlos Cafema, a troca completa da tubulação foi uma exigência da gestão da prefeita Cristina Wiazowski. “Solicitamos a substituição de toda a rede nesse trecho, que apresentava vazamentos a céu aberto há uma década. O pedido foi tratado com prioridade para que o problema fosse resolvido definitivamente”, explicou.

Além dos impactos sanitários e estruturais, o esgoto contaminava o lençol freático e chegava às praias, afetando a balneabilidade. “O esgoto sem tratamento é vetor de doenças. Em alguns pontos, ele atingia o córrego e chegava ao mar”, afirmou o secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Alexandre Barril. Ele destacou que o foco da obra é garantir o descarte e tratamento corretos do esgoto, com fiscalização conjunta das secretarias de Meio Ambiente e Obras.

Durante os trabalhos, a Avenida Monteiro Lobato ficará interditada entre as ruas Alcides dos Santos Dias e Constantino G. André. O trânsito de veículos leves e ônibus será desviado para vias internas do bairro, com rotas alternativas. A previsão é que a obra dure aproximadamente 30 dias.

Cafema ressaltou que a Prefeitura acompanhará todas as etapas. “Vamos vistoriar as ruas do entorno para garantir que o tráfego de ônibus e caminhões não cause danos. Qualquer avaria será responsabilidade da Sabesp.” Ele também pediu a compreensão da população. “Sabemos que o desvio gera desconforto, mas é um passo fundamental para solucionar um problema crônico.”

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