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Como costumam dizer por aí, é na primeira segunda-feira que o ano começa — e cá estamos, prontos para uma temporada que promete estar entre as mais intensas dos últimos tempos. Para o torcedor, o ano de 2026 oferece uma combinação rara de grandes competições e histórias que se cruzam e unem clubes e seleções, mantendo o futebol em evidência do início ao fim.
O grande ponto de atenção para este ano será a Copa do Mundo, ainda que a edição de 2026 vá ser disputada em três países: Canadá, EUA e México. A expectativa sobre a “nossa” Seleção Brasileira, o desempenho das potências europeias e o surgimento de novos protagonistas fazem do Mundial o centro das atenções, influenciando debates, convocações e até mesmo esbarrando no planejamento dos clubes.
No cenário nacional, os campeonatos estaduais seguem como termômetro inicial logo no começo da temporada. Embora contestados, eles ajudam a medir forças, revelar jovens e testar elencos. Para clubes tradicionais, é também a chance de iniciar o ano com título, aliviar pressão e criar um ambiente mais favorável para os desafios maiores que virão pela frente.
O Brasileirão e a Copa do Brasil mantêm o peso de sempre. De um lado, temos um campeonato de pontos corridos que exige regularidade e profundidade de elenco. Do outro, o mata-mata oferece mais emoção, com possibilidade de novas surpresas e impacto financeiro. Dois torneios distintos, mas decisivos para status, calendário e cofres dos clubes.
Já no âmbito continental, Libertadores e Sul-Americana reforçam o caráter internacional da temporada. Jogos duros, viagens longas e rivalidades históricas elevam o nível de exigência. Tudo isso nos mostra que, em 2026, o futebol se apresenta completo: intenso, imprevisível e impossível de se ignorar antes mesmo da temporada começar.
