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O setor de compliance do Corinthians pediu esclarecimentos sobre a SAFiel, projeto que propõe transformar o clube em SAF. O relatório apontou preocupação com a fundação recente e o capital social de R$ 3 mil.
Também gerou alerta a participação de Maurício Chamati, que integrou o Comitê Independente de Finanças na gestão de Augusto Melo e teve acesso a dados internos do clube. O setor teme uso indevido dessas informações.
A SAFiel foi registrada em 18 de julho sob o nome Invasão Fiel S/A e promete captar até R$ 2,5 bilhões para quitar dívidas, incluindo as da Neo Química Arena, e modernizar estruturas e processos do Corinthians.
O projeto prevê que torcedores possam comprar ações com limite de voto de 1,8%, evitando concentração de poder. Investidores institucionais também participariam, mas sem direito a voto nas decisões da SAF.
Com dívida de cerca de R$ 2,7 bilhões, o clube avalia o modelo. Se aprovado, o Corinthians social receberia royalties mensais, ficaria livre das dívidas e passaria a se concentrar nas atividades esportivas e sociais.
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