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A Conmebol abriu um processo disciplinar contra o São Paulo após o empate por 1 a 1 com o Boca Juniors, pela Sul-Americana. O documento registra diferentes ocorrências no Morumbis, incluindo xingamentos atribuídos ao diretor executivo de futebol do clube, Rafinha, direcionados à equipe de arbitragem.
Segundo o relatório, Rafinha teria feito ofensas em português e espanhol, além de críticas à atuação dos árbitros. O dirigente foi enquadrado em artigos do Código Disciplinar relacionados a insultos e comportamento considerado inadequado durante a partida.
O São Paulo também pode ser punido pelo atraso de cinco minutos no retorno ao campo após o intervalo. Nas quartas de final, a regra prevê multas de US$ 20 mil por minuto para o clube e US$ 15 mil por minuto para o treinador, o que pode resultar em cobrança de até US$ 175 mil.
O valor pode chegar a US$ 200 mil, aproximadamente R$ 1 milhão, caso seja considerada reincidência envolvendo Dorival Júnior. O São Paulo já havia recebido uma punição após o jogo contra o Bolívar, mas por outro artigo do regulamento, relacionado ao protocolo de entrada no gramado.
Também existe uma denúncia por reincidência no uso de sinalizadores pelos torcedores. O clube havia sido multado em US$ 11 mil após o duelo com o Bolívar e voltou a ser enquadrado nos dispositivos que tratam de pirotecnia. Nesse caso, o valor dependerá da decisão do julgamento.
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