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Operação Sinergia
Reprodução MPMG
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Juiz de Fora – Operação Sinergia realizada nesta quarta-feira (12) cumpriu 10 mandados de prisão e 11 de busca e apreensão contra investigados por integrar uma célula do Comando Vermelho que atuaria em Juiz de Fora, na Zona da Mata de Minas Gerais.

A ação faz parte da segunda fase da Operação Sinergia, conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) em conjunto com as Promotorias de Justiça de Combate ao Crime Organizado.

Segundo o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), as investigações apontam que o grupo tinha como principal atividade o tráfico de drogas e também estaria envolvido com posse e porte ilegal de armas de fogo.

Operação Sinergia investiga organização criminosa

A investigação resultou em uma denúncia contra 11 pessoas, que foi aceita pela 2ª Vara Criminal de Juiz de Fora.

De acordo com o MPMG, os denunciados formariam uma organização criminosa voltada principalmente ao tráfico de drogas. A investigação também aponta atuação relacionada a armas de fogo.

A Justiça determinou não apenas as prisões, mas também o cumprimento de mandados de busca e apreensão e o sequestro de bens dos investigados.

Suspeitos são investigados por ameaças a moradores

Além do tráfico de drogas e das armas, as autoridades afirmam que o grupo utilizava violência física e ameaças contra moradores.

Segundo o Ministério Público, essas ações teriam como objetivo intimidar a população e contribuir para o controle de territórios em diferentes áreas de Juiz de Fora.

A utilização de ameaças para controlar comunidades é uma das linhas consideradas na investigação sobre a atuação da organização criminosa.

Segunda fase da operação ocorreu nesta quarta

A Operação Sinergia teve sua primeira fase realizada em novembro de 2024.

Agora, na segunda etapa, foram cumpridos todos os mandados previstos em Juiz de Fora. A operação mobilizou diferentes forças de segurança.

Participaram da ação:

  • Polícia Civil;
  • Polícia Militar;
  • Polícia Penal;
  • Agentes do Gaeco;
  • Um promotor de Justiça do Gaeco.

A atuação conjunta permitiu o cumprimento das ordens judiciais relacionadas aos investigados.

O que acontece agora?

Com o cumprimento dos mandados, os investigados passam a responder às acusações apresentadas pelo Ministério Público no processo.

É importante destacar que ser denunciado ou preso durante uma investigação não significa, por si só, que a pessoa foi definitivamente condenada. A responsabilidade criminal de cada acusado deverá ser analisada no decorrer do processo judicial, respeitando o direito à defesa e o devido processo legal.

A operação continua inserida no contexto das investigações sobre a atuação do grupo criminoso em Juiz de Fora e sobre possíveis atividades relacionadas ao tráfico de drogas, armas e ameaças a moradores.

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