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salário médio por estado
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Economia – O salário médio dos trabalhadores formais brasileiros varia significativamente entre os estados, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento, baseado nas Estatísticas do Cadastro Central de Empresas (Cempre) de 2024, revela que o Distrito Federal segue como a unidade da federação com a maior remuneração média do país, enquanto estados das regiões Norte e Nordeste concentram os menores valores.

A remuneração média nacional ficou em R$ 3.932,45 por mês entre os trabalhadores assalariados. Os dados consideram empregados com vínculo formal registrados nas empresas pesquisadas pelo IBGE.

Veja o salário médio em cada estado

  • Distrito Federal: R$ 6.845,13
  • Rio de Janeiro: R$ 4.501,35
  • São Paulo: R$ 4.423,04
  • Mato Grosso do Sul: R$ 3.798,16
  • Santa Catarina: R$ 3.777,55
  • Paraná: R$ 3.731,30
  • Mato Grosso: R$ 3.701,29
  • Amazonas: R$ 3.627,07
  • Rondônia: R$ 3.615,15
  • Roraima: R$ 3.565,09
  • Espírito Santo: R$ 3.496,44
  • Rio Grande do Sul: R$ 3.477,66
  • Minas Gerais: R$ 3.416,39
  • Goiás: R$ 3.403,88
  • Pará: R$ 3.344,67
  • Amapá: R$ 3.326,53
  • Tocantins: R$ 3.301,88
  • Acre: R$ 3.291,60
  • Pernambuco: R$ 3.173,41
  • Ceará: R$ 3.147,34
  • Rio Grande do Norte: R$ 3.128,79
  • Sergipe: R$ 3.112,58
  • Bahia: R$ 3.089,43
  • Paraíba: R$ 3.057,96
  • Alagoas: R$ 3.029,37
  • Maranhão: R$ 2.987,81
  • Piauí: R$ 2.913,48

Diferenças refletem o perfil econômico dos estados

Os números evidenciam as desigualdades regionais do mercado de trabalho brasileiro. O Distrito Federal lidera com folga devido à forte presença da administração pública federal, órgãos governamentais e carreiras de maior remuneração.

Já estados das regiões Norte e Nordeste apresentam, em média, salários menores, reflexo de fatores como perfil econômico, nível de industrialização, concentração de grandes empresas, participação do setor de serviços e renda da população.

A região Sudeste concentra a maior parcela da massa salarial do país, impulsionada principalmente por São Paulo e Rio de Janeiro, que reúnem importantes centros financeiros, industriais e empresariais.

Levantamento serve como termômetro da economia

As informações fazem parte das Estatísticas do Cadastro Central de Empresas (Cempre), pesquisa anual realizada pelo IBGE com base nas empresas formalmente constituídas no país.

O estudo permite acompanhar a evolução do mercado de trabalho formal, identificar diferenças entre as regiões brasileiras e compreender como características econômicas locais influenciam a remuneração dos trabalhadores.

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