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funcionário de condomínio morto
Reprodução internet
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Brasil – Um funcionário de condomínio foi morto a facadas na manhã desta quarta-feira (24), em Manaus, após uma discussão com um morador do residencial onde trabalhava. O caso ocorreu no Residencial Conjunto Tocantins, localizado na Avenida Constantino Nery, no bairro Chapada, zona Centro-Sul da capital amazonense.

A vítima foi identificada como Rafael Santos Souza, de 44 anos, conhecido pelos moradores como “Cajuzinho”. Segundo relatos de testemunhas, ele trabalhava no condomínio havia cerca de dois anos e era bastante conhecido na comunidade.

Discussão terminou em ataque com faca

De acordo com informações apuradas pela polícia, Rafael se envolveu em um desentendimento com o morador Eduardo Henrique Nobre Klem, de 45 anos.

Durante a discussão, o suspeito teria sacado uma faca e atingido a vítima com um golpe no peito. Equipes de emergência foram acionadas rapidamente e realizaram procedimentos de reanimação ainda no local, mas Rafael não resistiu aos ferimentos.

O corpo foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML) para os procedimentos necessários.

Vídeo pode ajudar nas investigações

Imagens registradas pela síndica do condomínio mostram os momentos que antecederam o crime. O vídeo, que passou a circular nas redes sociais, registra a discussão entre os dois homens e deverá integrar o conjunto de provas analisado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

Os investigadores também devem ouvir moradores e outras testemunhas que presenciaram a ocorrência.

Suspeito está foragido

Após o ataque, o suspeito deixou o condomínio e fugiu em direção a uma área de mata nas proximidades. Policiais realizaram buscas ao longo do dia, mas até o momento ele não havia sido localizado.

Moradores afirmaram que o homem já teria se envolvido em outros conflitos dentro do residencial. Segundo relatos, havia um histórico de desentendimentos com vizinhos e também com a própria vítima.

Polícia investiga motivação do crime

A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do homicídio. Entre as linhas de investigação estão a análise das imagens gravadas no local, depoimentos de testemunhas e a reconstrução dos fatos que levaram à discussão.

As autoridades buscam esclarecer o que motivou o conflito e localizar o suspeito para que ele seja ouvido formalmente.

A morte de Rafael causou comoção entre moradores do condomínio, que lamentaram a perda do funcionário, descrito por vizinhos como uma pessoa conhecida e presente no dia a dia da comunidade.

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