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A política do Corinthians vive momento de tensão com o debate sobre a possível candidatura de Osmar Stabile à reeleição. Nos bastidores, situação e oposição divergem sobre a legalidade do movimento.

O estatuto do clube proíbe reeleição consecutiva, mas prevê exceção em caso de vacância. A discussão gira em torno do tempo de mandato de Stabile após assumir a presidência com a saída de Augusto Melo.

A oposição considera que o dirigente assumiu em maio de 2025, quando o antecessor foi afastado. Nesse cenário, ele completaria mais de 18 meses no cargo e ficaria impedido de disputar novo mandato.

Já a situação entende que o início oficial ocorreu apenas em agosto, após eleição indireta no Conselho. Assim, Stabile não atingiria o limite previsto e poderia concorrer normalmente no próximo pleito.

Sem consenso, o caso deve ser levado à Justiça. A tendência é de meses turbulentos no Parque São Jorge, com disputa política intensa até a definição sobre a elegibilidade do atual presidente.

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