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Influenciadora de Guarujá denuncia ameaças e pede socorro nas redes sociais
Foto reprodução / rede social
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Um desabafo forte e carregado de medo tomou conta das redes sociais nesta quarta-feira (18), após a influenciadora Nayara Santtos, conhecida como @____barbie013 em Guarujá, afirmar publicamente que teme ser morta pelo ex-companheiro.

No relato, a jovem expõe uma relação marcada por idas e vindas, que, segundo ela, ultrapassou qualquer limite e se transformou em violência psicológica, ameaças e destruição.

“Depois de quase morrer, eu estou dizendo: chega”, escreveu.

Nayara afirma que o ex-companheiro invade sua casa, quebra bens conquistados com esforço próprio e ainda ameaça sua segurança e a de uma adolescente sob sua responsabilidade. Em um dos trechos mais alarmantes, ela declara: “Só espero que vocês me ajudem e não deixem ele acabar com a minha vida, como disse e prometeu que faria”.

O desabafo também denuncia uma situação ainda mais grave: pessoas próximas estariam colaborando com o agressor. “Estão até ajudando com filmagens da minha casa e enviando para ele”, relatou, em tom de desespero.

A influenciadora afirma ter chegado ao limite emocional. “Pra eu vir aqui pedir socorro, é porque eu não tenho mais pra quem pedir ajuda”, escreveu.

O caso expõe, mais uma vez, a realidade de muitas mulheres que vivem sob ameaça constante, mesmo após o fim de relacionamentos abusivos. Pela legislação brasileira, especialmente com base na Lei Maria da Penha, mulheres têm direito à proteção contra qualquer forma de violência — seja física, psicológica, moral ou patrimonial.

A lei garante medidas protetivas, como afastamento do agressor, proibição de contato e proteção policial quando necessário. Especialistas reforçam que ameaças e invasões de domicílio configuram crimes graves e devem ser denunciados imediatamente.

O desabafo de Nayara não é apenas um relato pessoal — é um pedido de socorro que ecoa uma realidade urgente.

Casos como esse reforçam a importância da denúncia e do apoio às vítimas, além da responsabilização de agressores e de qualquer pessoa que contribua para a violência.

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