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A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional notificou o Corinthians pelo atraso de três parcelas de um acordo tributário firmado neste ano. A renegociação reduziu uma dívida de R$ 1,2 bilhão para R$ 679 milhões, mas pode ser cancelada caso o clube não regularize a situação.
As prestações vencidas são referentes aos meses de junho, julho e agosto. O Corinthians havia quitado as quatro primeiras parcelas, entre fevereiro e maio, mas deixou de pagar as seguintes. A dívida em aberto chega a R$ 20,49 milhões, somando débitos previdenciários e não previdenciários.
O acordo prevê possibilidade de rescisão quando três parcelas consecutivas ou alternadas deixam de ser pagas. A diretoria afirma estar trabalhando para solucionar a pendência e mantém contato com a Fazenda. A próxima prestação está prevista para vencer no dia 30.
Caso o acordo seja rompido, o Corinthians perderá os descontos obtidos na negociação. A dívida original será restabelecida, descontando apenas os valores já pagos, e as cobranças judiciais e extrajudiciais poderão ser retomadas. O clube também ficaria dois anos sem poder fazer nova transação.
A renegociação já havia provocado discussão na aprovação das contas de 2025, pois seus efeitos foram contabilizados naquele exercício. O acordo reduziu em R$ 217,4 milhões a dívida bruta. Atualmente, o Corinthians possui endividamento próximo de R$ 2,8 bilhões e déficit de R$ 246 milhões no ano.
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