|
Getting your Trinity Audio player ready...
|
Baixada Santista – Um homem de 51 anos foi morto a facadas enquanto passeava com o cachorro em um conjunto habitacional de Santos, no litoral de São Paulo. O ataque aconteceu na noite de sexta-feira (18) e foi registrado por uma câmera de monitoramento do prédio.
Alexander Silva dos Santos foi atingido na área comum do Conjunto Habitacional Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, conhecido como BNH, no bairro Aparecida. Ele chegou a ser socorrido por moradores e levado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) à Santa Casa de Santos, mas não resistiu aos ferimentos.
A Polícia Civil considera Ronaldo Miguel Ramos, de 49 anos, o principal suspeito do homicídio. Ele está foragido.
Câmera registra movimentação antes do ataque
As imagens de segurança mostram Alexander entrando no prédio por volta das 21h17. Cerca de três minutos depois, Ronaldo também aparece entrando no edifício.
Segundo a investigação, o suspeito subiu até um dos apartamentos e, alguns minutos depois, retornou para a área comum do prédio. Nas imagens, ele aparece se aproximando de Alexander e desferindo uma facada contra a vítima.
Após o ataque, Ronaldo deixa o local.
O vídeo também mostra que o cachorro estava com Alexander no momento da agressão. As imagens foram entregues à Polícia Civil e fazem parte da investigação.
Suspeito teve prisão temporária decretada
A Justiça decretou no domingo (20) a prisão temporária de Ronaldo Miguel Ramos por 30 dias. O mandado foi expedido dois dias depois do homicídio.
Policiais civis foram até o apartamento do suspeito, localizado no mesmo conjunto habitacional onde ocorreu o crime, mas não o encontraram. Desde então, Ronaldo é considerado foragido.
A Polícia Civil realiza buscas para localizar o suspeito.
Testemunha relata ameaça antes do crime
Uma testemunha afirmou à polícia que Ronaldo conhecia Alexander e teria feito uma ameaça antes do ataque. A informação é considerada pela investigação para tentar esclarecer o que levou ao homicídio.
Até o momento, a motivação do crime não foi esclarecida.
A Polícia Civil continua apurando as circunstâncias da morte e procura reunir outros elementos que possam ajudar a esclarecer a relação entre vítima e suspeito e a dinâmica do ataque.
A defesa de Ronaldo não foi localizada até a última atualização das informações divulgadas sobre o caso.
