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Uma estudante de Direito, de 22 anos, foi presa no Distrito Federal suspeita de participar de um esquema de golpes pela internet.
O que chama atenção no caso é que, além de estudar Direito, ela também produzia conteúdo nas redes sociais e oferecia cursos com orientações para evitar golpes.

Segundo a Polícia Civil, a jovem e o companheiro mantinham uma loja virtual de eletrônicos, que seria utilizada para aplicar as fraudes.
A investigação aponta que os suspeitos anunciavam produtos, recebiam os pagamentos por Pix e não entregavam as mercadorias. Para aumentar a credibilidade do negócio, eles teriam criado uma estrutura que simulava o funcionamento de uma loja real, com vídeos, caixas de produtos e outros elementos usados para convencer os clientes.

A estudante também utilizava as redes sociais para falar sobre segurança e ensinar seguidores a identificar possíveis golpes.
A polícia investiga agora quantas pessoas teriam sido vítimas do esquema e qual seria o valor total movimentado.
A jovem e o companheiro foram presos durante a operação. A investigação continua para esclarecer a participação de cada um e reunir provas sobre os crimes.
Apesar da prisão, os dois são investigados e não foram condenados.
O caso ganhou repercussão justamente pelo contraste da moça realizar conteúdos ensinando as pessoas a não cair em golpes pela redes sociais, mesmo sendo a própria enganadora.

