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Filho procura mãe desaparecida
Reprodução internet
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Juiz de Fora – Filho procura mãe desaparecida: Há exatamente um ano, Marlon César da Silva Costa, de 27 anos, convive com uma pergunta para a qual ainda não encontrou resposta: onde está sua mãe, Marlene da Silva Santos, de 78 anos?

A idosa desapareceu em 6 de agosto de 2025, em Juiz de Fora, na Zona da Mata de Minas Gerais. Segundo o filho, ela saiu de casa para jogar o lixo e não voltou. Desde então, cartazes com a fotografia de Marlene continuam espalhados pela cidade, enquanto a família mantém as buscas.

Marlene foi vista pela última vez no bairro Vitorino Braga. Na ocasião, segundo os familiares, ela estava sem dinheiro e sem documentos.

Um ano depois, o caso continua sendo investigado pela Polícia Civil, mas a família afirma que ainda não recebeu informações capazes de esclarecer o que aconteceu.

Filho mantém buscas por Marlene um ano depois

Para Marlon, o desaparecimento da mãe mudou completamente sua rotina. Ele conta que chegou a deixar o trabalho por um período para se dedicar às buscas.

“Minha vida parou. Fiquei um tempo sem trabalhar para procurar por ela”, relatou.

De acordo com a família, Marlene não tinha histórico de confusão mental e nunca havia desaparecido anteriormente.

Ao longo dos últimos 12 meses, Marlon continuou distribuindo cartazes e divulgando fotografias da mãe nas redes sociais. A esperança, segundo ele, permanece mesmo diante da falta de novas informações.

“Não sei mais o que fazer. Já fiz tudo o que podia”, desabafou.

Polícia Civil continua investigando o desaparecimento

Segundo Marlon, policiais civis estiveram na residência da família e informaram que as investigações continuam.

Enquanto não surgem novas pistas, a família segue tentando manter o caso em evidência. Para Marlon, mais do que descobrir o que aconteceu, o desejo é ter uma resposta sobre o paradeiro da mãe.

“Eu só quero saber onde ela está. Ter uma resposta. Enquanto isso não acontece, a gente continua procurando”, afirmou.

Quase 500 desaparecimentos foram registrados em Juiz de Fora

O caso de Marlene ocorre em meio a uma realidade que afeta diversas famílias na cidade.

Dados do Programa de Localização e Identificação de Desaparecidos de Minas Gerais (PLID/MG), citados na reportagem original, apontam que Juiz de Fora registrou quase 500 desaparecimentos entre janeiro de 2025 e julho de 2026.

O número ajuda a dimensionar o desafio enfrentado por famílias que passam pela situação, embora cada desaparecimento tenha circunstâncias próprias e exija uma investigação individual.

No caso de Marlene, a família continua divulgando a imagem da idosa na esperança de que alguém reconheça a mulher ou tenha alguma informação que possa ajudar nas investigações.

Como denunciar informações sobre Marlene

Qualquer pessoa que tenha informações sobre o paradeiro de Marlene da Silva Santos pode procurar as autoridades.

Os canais informados pela família são:

  • Polícia Militar: 190;
  • Polícia Civil: Disque-Denúncia 181;
  • Delegacia de Polícia: a unidade mais próxima também pode receber informações.

Mesmo uma informação aparentemente pequena pode ser relevante para uma investigação de desaparecimento. Quem tiver alguma lembrança, imagem ou informação sobre a possível localização da idosa deve procurar as autoridades responsáveis.

Não é preciso esperar 24 horas para registrar desaparecimento

Um dos principais alertas para familiares de pessoas desaparecidas é que não existe a necessidade de esperar 24 horas para registrar o desaparecimento.

Assim que houver indícios de que alguém desapareceu, familiares ou responsáveis devem procurar uma unidade da Polícia Civil ou da Polícia Militar para registrar o boletim de ocorrência.

Quanto mais informações forem fornecidas no momento do registro, melhor. Entre os dados que podem ajudar estão:

  • fotografia recente da pessoa;
  • características físicas;
  • roupas usadas quando foi vista pela última vez;
  • locais que costumava frequentar;
  • contatos de amigos e familiares;
  • informações sobre problemas de saúde ou medicamentos utilizados.

Esses detalhes podem contribuir para orientar as buscas e auxiliar na identificação da pessoa.

Família espera por uma resposta

Para Marlon, o tempo passou, mas a ausência da mãe continua presente todos os dias.

Aos 78 anos, Marlene saiu de casa em uma situação aparentemente cotidiana e não retornou. Doze meses depois, a família ainda tenta descobrir o que aconteceu.

Enquanto não há uma resposta, os cartazes continuam sendo espalhados por Juiz de Fora e a fotografia de Marlene segue circulando nas redes sociais.

A família pede que qualquer pessoa que tenha informações sobre o paradeiro da idosa procure as autoridades. Para Marlon, o objetivo permanece o mesmo desde o primeiro dia: encontrar a mãe e saber o que aconteceu com ela.

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