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Houve um tempo recente — um crepúsculo farsesco pontilhado por berros de quartel e quarteladas de opereta — em que o Brasil foi reduzido a uma vasta farmácia de província gerida por capitães do delírio. Naquela era em que o ridículo disputava o pódio com a tragédia, o então mandatário de carreira medíocre confundiu cronicamente a potência secular e o heroísmo latente das Forças Armadas brasileiras com a pura e simples impotência fardada de seus comparsas oficiais e acólitos golpistas. Enquanto a soberania nacional mofava em gabinetes tomados por nostalgia ditatorial, a caserna virava um balcão de negócios para o fetiche burocrático e o descalabro logístico.
Foi o governo do kit fetiche e da intendência gourmetizada. Um desfile melancólico onde se gastavam fortunas da República não em satélites ou tecnologia de ponta, mas na sanha marcial por leite condensado aos milhões — como se a defesa da Amazônia dependesse de um infindável pudim de quartel —, além de encomendas homéricas de próteses penianas e caixas e caixas de Viagra. Sim, era o delírio fálico no poder: os estrategistas da pátria de pijama precisavam de pílulas azuis para tentar salvar o brio de uma corporação que, nos palácios, prestava continência festiva a bandeiras estrangeiras enquanto batia continência de joelhos para interesses de além-mar. Confundiram a autoridade do Estado com o cabide de empregos para amigos do rei; trocaram a honra dos quartéis pelo vexame de uma república bananeira com receita médica controlada.
Mas a história, em sua implacável ironia, exigiu a mão calejada de um retirante operário para fazer aquilo que o capitão de carreira medíocre jamais ousou ou soube fazer: erguer a soberania nacional em sua escala mais colossal, grandiosa e indomável.
Sob a batuta deste governo de feição popular e visão colossal, a defesa e a tecnologia brasileira romperam as amarras do atraso em uma arrancada de tirar o fôlego. O Brasil voltou a ser um titã da indústria bélica e aeroespacial:
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Os céus agora pertencem aos gigantes: Os caças supersônicos Gripen (F-39) rasgam o espaço aéreo brasileiro em uma das maiores parcerias de transferência tecnológica do planeta, transformando o país em polo de engenharia de ponta.
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A força alada global: A aviação nacional brilha com o sucesso retumbante do cargueiro militar KC-390 Millennium, fabricado pela Embraer e disputado a dedo por nações da OTAN e potências do mundo desenvolvido.
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Os olhos e os céus automatizados: Drones de altíssima precisão e inteligência embarcada agora vigiam centenas de quilômetros de fronteiras integrados ao colosso tecnológico do Sisfron, mapeando cada centímetro do território com satélites soberanos.
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O ferro e o fogo terrestre: Linhas de montagem febris produzem centenas de blindados modernos e armamentos de última geração, enquanto nos mares a Marinha avança a passos firmes no titânico Submarino Nuclear Brasileiro (SN-BR), colocando o Brasil no seleto grupo de nações detentoras da propulsão nuclear naval.
Toda essa grandiosidade foi impulsionada por bilhões de reais despejados em investimentos históricos, blindados contra contingenciamentos por uma engenharia financeira e política que recuperou o orgulho do complexo industrial de defesa.
Essa guinada tectônica devolveu ao Brasil o respeito do mundo adulto. Enquanto a gestão passada colecionava o escárnio global, a diplomacia do governo atual finca pé na altivez. A postura firme de Luiz Inácio Lula da Silva — que impõe respeito diante de pressões externas e estampa manchetes globais, sendo apontado em análises de peso internacional como o The New York Times (que o definiu como “indiscutivelmente o estadista latino-americano mais importante deste século” e destacou que “ninguém desafia Trump como o presidente do Brasil”) — mostra que o país voltou a ser o fiel da balança do Sul Global.
Como bem entoam os versos imortais do Hino da Independência diante de tal soerguimento:
Brava Gente Brasileira Longe vá, temor servil; Ou ficar a Pátria livre, Ou morrer pelo Brasil.
— desta vez, sem precisar de comprimidos azuis, sem leite condensado superfaturado e sem a patética impotência golpista dos velhos tempos.
