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A Great People Mental Health (GPMH), empresa especializada em saúde mental organizacional, amplia sua atuação para a Baixada Santista em um momento de mudança na forma como as empresas lidam com os riscos psicossociais. A companhia chega à região com uma base de dados construída a partir da análise de mais de 9,7 milhões de trabalhadores, milhares de organizações avaliadas e cinco anos de estudos sobre comportamento, cultura e fatores associados ao ambiente de trabalho.
A atuação na Baixada Santista ocorre em um cenário de transformação da agenda corporativa. A saúde mental, antes concentrada em iniciativas de bem-estar, passa a integrar decisões estratégicas de negócio diante do crescimento dos afastamentos por transtornos mentais e das novas exigências da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que reforça a necessidade de identificação e gerenciamento dos riscos psicossociais no ambiente de trabalho.
A expansão integra o plano de crescimento nacional e internacional da companhia e aproxima a GPMH de um dos principais polos econômicos do Brasil, com forte presença dos setores portuário, logística, indústria, energia, construção civil, saúde, educação e serviços. “Estamos chegando a uma região com empresas que têm papel fundamental na economia brasileira e que enfrentam desafios relevantes na gestão de pessoas. Nosso objetivo é apoiar essas organizações na construção de ambientes de trabalho mais saudáveis, utilizando ciência e dados para prevenir riscos, fortalecer a cultura e gerar melhores resultados”, explica Renata Conrado, sócia-diretora da Great People Mental Health.
Segundo a GPMH, organizações que adotam programas estruturados de gestão da saúde mental podem alcançar aumento de até 25% na produtividade, redução de até 40% no turnover e queda de até 35% nos afastamentos relacionados ao adoecimento mental.
A atuação na região tem como objetivo apoiar empresas na identificação e gestão preventiva dos fatores psicossociais, utilizando ciência, dados e análise organizacional. “Os dados mostram que a saúde mental precisa ser tratada como um indicador estratégico das organizações. Quando a empresa consegue identificar os fatores que impactam o bem-estar e o desempenho das pessoas, ela deixa de atuar apenas de forma reativa e passa a tomar decisões preventivas, com impacto direto nos resultados do negócio”, conclui Paulo Gaspar, sócio-diretor da Great People Mental Health.
