(foto: divulgação/ redes sociais)
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Vítima relatou histórico de violência e afirmou que o ex-companheiro não aceitava o fim do relacionamento. Caso foi registrado com base na Lei Maria da Penha.

Uma mulher de 37 anos ficou gravemente ferida após ser agredida pelo ex-companheiro na noite de quarta-feira (22), no bairro Jardim Alvorada, em Uberaba. O suspeito, de 40 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Militar e encaminhado à Delegacia de Plantão. A ocorrência foi registrada por lesão corporal, violência doméstica e dano.

De acordo com a Polícia Militar, a vítima informou que o relacionamento terminou há cerca de quatro meses, mas o ex-companheiro não aceitava a separação. Ela relatou ainda que o suspeito apresentava comportamento ciumento e possessivo. O casal tem cinco filhos.

Segundo o registro policial, o suspeito teria ido até a residência da vítima e deixado o local ao perceber que ela sairia. Quando retornou, a mulher encontrou a casa revirada e diversos objetos danificados.

Ainda conforme o relato, pouco tempo depois o ex-companheiro voltou ao imóvel, entrou sem autorização e iniciou as agressões. A vítima contou que foi derrubada no chão e atingida com socos e chutes, principalmente na região do rosto. A violência só terminou com a chegada de uma das filhas do casal, momento em que o suspeito fugiu de bicicleta.

Durante as buscas, os militares localizaram o investigado. Ele negou as agressões, mas, diante das lesões apresentadas pela vítima e das evidências constatadas pela equipe, recebeu voz de prisão. Segundo a ocorrência, o suspeito ainda tentou fugir durante a abordagem, sendo perseguido e contido pelos policiais.

A mulher foi socorrida e encaminhada para atendimento médico. Conforme avaliação da equipe de saúde, ela sofreu uma fratura no maxilar e poderá ser submetida a procedimento cirúrgico. A vítima também relatou já ter sido agredida em outras ocasiões.

Após os procedimentos, o suspeito foi apresentado à Polícia Civil. A vítima recebeu orientações sobre os direitos previstos na Lei Maria da Penha e sobre a possibilidade de solicitar medidas protetivas de urgência.

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