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Dono de restaurante japonês é preso após furtar 4,3 kg de salmão em Guarujá
Foto reprodução / rede social
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O proprietário de um restaurante de comida japonesa de Guarujá, no litoral de São Paulo, foi preso em flagrante após furtar 4,3 quilos de salmão de um hipermercado da cidade. O caso aconteceu no último sábado (11), no Hipermercado Carrefour, localizado na Avenida Dom Pedro I. O empresário, identificado como Nickolas da Cal Prado, de 32 anos, confessou o crime e foi liberado após pagar fiança de R$ 1,6 mil.

De acordo com informações apuradas, guardas civis municipais foram acionados para atender a ocorrência e encontraram o empresário já detido por um vigilante do estabelecimento. Funcionários relataram que a gerência e a equipe da peixaria já haviam percebido comportamentos considerados suspeitos por parte do homem em outras ocasiões, mas nunca conseguiram realizar uma abordagem.

Abordagem ocorreu no estacionamento

Segundo relato dos funcionários à Guarda Civil Municipal (GCM), a equipe de caixa percebeu que Nickolas estava deixando o local sem pagar por uma das peças de salmão que carregava. Diante da suspeita, o vigilante realizou a abordagem no estacionamento externo do hipermercado.

Durante a ocorrência, o empresário admitiu aos agentes que passou pelo caixa com dois pacotes de salmão, mas efetuou o pagamento de apenas um deles. Aos guardas, ele afirmou estar arrependido da atitude, mas reconheceu que tinha a intenção de furtar o produto.

O peixe furtado totalizava 4,3 quilos e foi avaliado em R$ 298,75.

Prisão em flagrante e pagamento de fiança

Após a confissão, os agentes efetuaram a prisão em flagrante. Conforme informou a Prefeitura de Guarujá, Nickolas foi encaminhado inicialmente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Enseada para realização de exames cautelares. O laudo médico não apontou qualquer lesão.

Na sequência, ele foi conduzido à Delegacia Sede de Guarujá, onde a ocorrência foi registrada. A autoridade policial arbitrou fiança no valor de R$ 1,6 mil, que foi paga pelo empresário.

A liberação ocorreu porque o crime investigado possui pena máxima inferior a quatro anos, situação que permite a concessão de fiança pela autoridade policial, conforme prevê a legislação brasileira.

O caso segue registrado pelas autoridades para os procedimentos legais cabíveis.

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