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confrontos em prisão no Sri Lanka
Reprodução internet
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Mundo – Os confrontos em uma prisão no Sri Lanka deixaram pelo menos 25 mortos e quase 100 feridos até esta segunda-feira (6), segundo informações divulgadas pela imprensa local com base em dados da polícia. A violência ocorreu na unidade prisional de Negombo e envolveu grupos rivais de detentas, provocando dois dias consecutivos de distúrbios.

Além dos confrontos, um grupo de presas subiu ao telhado da prisão para protestar durante a crise, enquanto equipes de segurança e socorro atuavam para controlar a situação.

Violência começou no domingo

Os primeiros confrontos foram registrados no domingo (5), quando grupos rivais de detentas entraram em conflito dentro da prisão de Negombo.

Na primeira fase da violência, duas pessoas morreram e outras 38 ficaram feridas, segundo as autoridades.

Durante os distúrbios, parte das detentas ocupou o telhado da unidade prisional em forma de protesto, chamando a atenção para a crise dentro do presídio.

Leia também: África do Sul enfrenta onda de xenofobia e pressão sobre imigrantes

Número de vítimas aumentou no segundo dia

Os confrontos voltaram a ocorrer nesta segunda-feira, agravando o cenário na prisão.

De acordo com a imprensa local, o número de mortos subiu para 25, enquanto quase 100 pessoas ficaram feridas durante os episódios de violência.

As vítimas receberam atendimento em hospitais da região de Negombo. Dois detentos em estado grave foram transferidos para o Hospital Nacional, em Colombo, capital do Sri Lanka.

Até o momento, as autoridades não divulgaram a identidade das vítimas nem detalhes sobre a gravidade dos demais feridos.

Investigação vai apurar causas dos confrontos

As autoridades penitenciárias informaram que uma investigação foi aberta para esclarecer o que provocou os confrontos entre os grupos rivais dentro da unidade.

Ainda não foram divulgadas informações oficiais sobre a motivação da violência nem sobre as medidas que serão adotadas para reforçar a segurança no presídio.

O caso segue sendo acompanhado pelas autoridades locais enquanto a situação na prisão permanece sob monitoramento.

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