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terremoto na Venezuela
Reprodução internet
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Mundo – O terremoto na Venezuela que atingiu a região norte do país nesta quarta-feira (24) levou autoridades do Equador a ativarem protocolos de monitoramento contínuo. Apesar da medida preventiva, o governo equatoriano informou que não há risco de tsunami para suas áreas costeiras após a ocorrência dos fortes abalos sísmicos.

A decisão foi anunciada pela Secretaria Nacional de Gestão de Riscos do Equador, que acompanha os desdobramentos do evento registrado no Caribe e seus possíveis impactos sobre países vizinhos da América do Sul.

Equador reforça monitoramento após abalos sísmicos

Segundo comunicado oficial divulgado pelas autoridades equatorianas, o acompanhamento da situação foi intensificado logo após os terremotos registrados na Venezuela.

A análise técnica foi realizada pelo Instituto Oceanográfico e Antártico da Marinha do Equador (INOCAR), órgão responsável por monitorar riscos marítimos e fenômenos naturais que possam afetar o litoral do país.

De acordo com a instituição, os tremores não apresentam características capazes de provocar ondas de tsunami nas costas continentais ou insulares equatorianas.

Mesmo sem risco imediato, as autoridades recomendaram que a população acompanhe apenas informações divulgadas por canais oficiais.

Terremoto na Venezuela causou preocupação internacional

O terremoto na Venezuela chamou a atenção de diversos países da região devido à sua intensidade. Dados preliminares do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) indicaram que o principal tremor atingiu magnitude 7,5.

Pouco antes, um abalo de magnitude 7,2 já havia sido registrado na mesma área, funcionando como um tremor precursor.

Os epicentros foram localizados próximos às cidades de Yumare e San Felipe, no norte venezuelano, região que concentra importantes instalações industriais e refinarias de petróleo.

Relatos apontam danos em áreas urbanas

Segundo informações divulgadas por veículos internacionais, os tremores foram sentidos em diversas cidades venezuelanas, incluindo Caracas, capital do país.

Relatos iniciais apontam danos estruturais e desabamentos de edificações em algumas localidades. Equipes de emergência foram mobilizadas para avaliar os impactos e prestar assistência às áreas afetadas.

Até o momento, as autoridades venezuelanas seguem realizando levantamentos para determinar a extensão dos prejuízos causados pelo fenômeno.

USGS emitiu alerta para possíveis impactos

Após o registro do evento, o Serviço Geológico dos Estados Unidos acionou seu sistema de avaliação de riscos, conhecido como Pager.

O órgão classificou a ocorrência com alerta vermelho, indicando potencial para elevado número de vítimas e danos econômicos significativos. Segundo a avaliação preliminar, eventos dessa magnitude podem provocar impactos extensos dependendo da densidade populacional e da qualidade das construções atingidas.

Especialistas destacam, no entanto, que estimativas iniciais podem sofrer alterações conforme novas informações são coletadas pelas equipes de campo.

Países da região seguem acompanhando situação

O terremoto na Venezuela também foi percebido em outros países da América do Sul e motivou o monitoramento por parte de autoridades de diferentes nações.

Embora o Equador tenha descartado a possibilidade de tsunami, órgãos de defesa civil e institutos geológicos continuam observando possíveis réplicas, que costumam ocorrer após terremotos de grande magnitude.

As próximas horas serão fundamentais para a atualização dos danos e para a confirmação dos impactos causados pelo forte abalo sísmico na região.

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